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Título: A produção de resistência das práticas conceitualistas latino-americanas : uma perspectiva decolonial sobre o estudo da arte
Autor(es): Carlini, Lara Carpanedo
Orientador: Ribeiro, Gisele Barbosa
Palavras-chave: Conceitualismos
Arte Conceitual
América Latina
Decolonialidade
Data do documento: 7-Jun-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: A pesquisa parte de uma investigação sobre as práticas conceitualistas latino-americanas, a fim de perceber como essas manifestações produziriam resistência, tendo em vista o debate sobre a permanência da matriz colonial do poder na América Latina. Discutir a forma com a qual os discursos voltados para essas práticas artísticas são produzidos e reproduzidos em articulação com uma relação de forças na qual a emergência de um saber não se vê dissociada das relações de poder é fundamental para o questionamento dessas narrativas que, na maioria das vezes, se dão de maneira a reduzir o potencial crítico dos trabalhos que procuram enquadrar. Diante dessa problemática, buscamos sustentar via análise de trabalhos conceitualistas tomados a partir dos anos 1960, lidando também com trabalhos mais contemporâneos pertinentes para a discussão proposta, a perspectiva de que as práticas conceitualistas latino-americanas produziriam resistência frente essa matriz, disparando processos de decolonização do ser via desobediência estética e epistêmica. Essa abordagem é desenvolvida nesse trabalho contando, principalmente, com autores como Walter Mignolo e Aníbal Quijano, ligados ao debate em torno da decolonialidade do poder. Consideramos também as contribuições de teóricos como Cristina Freire, Luis Camnitzer e Mari Carmen Ramírez na reflexão sobre os conceitualismos latino-americanos e compomos, junto a Michel Foucault, Mignolo y Quijano, uma argumentação que, partindo da análise de produções específicas, compreende essas práticas e seus desdobramentos na contemporaneidade junto a um processo de produção de resistência. Palavras-chave: Conceitualismos; Arte Conceitual; América Latina; Decolonialidade; Resistência.
La investigación parte de una reflexión sobre las prácticas conceptuales latinoamericanas, con el fin de percibir cómo esas manifestaciones producirían resistencia, a la vista del debate sobre la permanencia de la matriz colonial del poder en América Latina. Discutir la forma con la que los discursos dirigidos a esas prácticas artísticas son producidos y reproducidos en articulación con una relación de fuerzas en la que la emergencia de un saber no se ve disociada de las relaciones de poder es fundamental para el cuestionamiento de esas narrativas que, muchas veces, se dan de manera a reducir el potencial crítico de los trabajos que buscan encuadrar. Ante esta problemática, buscamos sostener – a través del análisis de trabajos conceptuales realizados a partir de los años 1960, incluyendo ahí trabajos más contemporáneos pertinentes para la discusión propuesta, – la perspectiva de que las prácticas conceptuales latinoamericanas producirían resistencia frente a esa matriz, disparando procesos de decolonización del ser vía desobediencia estética y epistémica. Este enfoque se desarrolla en este trabajo contando, principalmente, con autores como Walter Mignolo y Aníbal Quijano, ligados al debate en torno a la decolonialidad del poder. Consideramos también las contribuciones de teóricos como Cristina Freire, Luis Camnitzer y Mari Carmen Ramírez en la reflexión sobre los conceptuales latinoamericanos y compusimos, junto a Michel Foucault, Mignolo y Quijano, una argumentación que, desde el análisis de producciones específicas, comprende estas prácticas y sus desdoblamientos en la contemporaneidad como un proceso de producción de resistencia.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10614
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