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Título: CHUVA E BANCO DE SEMENTES EM FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL COM DIFERENTES HISTÓRICOS DE USO DO SOLO
Autor(es): GORSANI, R. G.
Orientador: KUNZ, S. H.
Palavras-chave: Banco de sementes
Sementes-Dispersão
Sementes
Ecologia Fl
Data do documento: 26-Fev-2019
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: GORSANI, R. G., CHUVA E BANCO DE SEMENTES EM FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL COM DIFERENTES HISTÓRICOS DE USO DO SOLO
Resumo: A chuva de sementes juntamente ao banco de sementes do solo compõe um sistema dinâmico ao qual são integrados propágulos autóctones e alóctones com variações advindas de fatores abióticos e bióticos sendo as principais fontes de recrutamento de novos indivíduos durante a sucessão secundária. Neste sentido, este estudo teve por objetivo analisar a composição florística da chuva e do banco de sementes do solo avaliando possíveis diferenças decorrentes dos diferentes usos do solo em um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual no município de Alegre-ES. O banco de sementes foi coletado ao final das estações (chuvosa e seca) em 24 parcelas. Em cada parcela foram coletadas três amostras (72 no total), com auxílio de um gabarito de madeira (25 cm x 25 cm x 8 cm). Essas amostras foram colocadas em bandejas plásticas em casa de sombra com sombrite de 65% e avaliada a germinação por seis meses. A chuva de sementes foi coletada mensalmente, durante um ano, em 120 coletores circulares de 0,196m² de área, nas mesmas parcelas. Posteriormente, houve a triagem separando-se as sementes dos demais componentes e contabilizando-as em cada área e mês. Os dados de dominância, riqueza e diversidade do banco e da chuva de sementes, foram comparados entre as áreas com diferentes históricos de uso do solo pelo teste de Kruskal-Wallis. Para comparação do banco entre estações, utilizou-se o teste de Mann-Whitney. A similaridade florística do banco de sementes entre as áreas foi analisada com base no índice de Bray-Curtis, com método de agrupamento UPGMA, enquanto que para a chuva utilizou-se o índice de Jaccard, assim como para as relações florísticas entre banco e chuva de sementes, regeneração natural e vegetação adulta por meio de um NMDS. Dados de abertura de dossel, inclinação, declividade e dados secundários da caracterização físico-química do solo foram utilizados para verificar a correlação da densidade de sementes por parcela do banco de sementes do solo. Neste mecanismo não foram verificadas diferenças entre as estações em nenhum parâmetro e entre as áreas apenas a riqueza diferiu. Na chuva não houve diferença em nenhum parâmetro entre áreas. A similaridade florística entre o banco de sementes das áreas com diferentes históricos foi maior entre floresta - FLO e pastagem - PAS (46%), e menor para a área de café - CAF. Apenas o teor de argila teve correlação negativa forte com a densidade de sementes. A similaridade florística da chuva de sementes foi pequena, variando entre 0.3 e 0.42, sendo próxima entre todas as áreas. O NMDS revelou haver mais proximidade entre as áreas de FLO e PAS em todos os componentes da vegetação analisados e entre cada componente consigo mesmo, além do maior distanciamento do banco de sementes em relação aos demais. Com estes resultados observa-se que apesar dos diferentes históricos de uso do solo das áreas, e as consequentes mudanças ambientais, estas têm seguido na sucessão secundária compartilhando espécies e produzindo quantidades similares de sementes. Palavras-chave: uso do solo, similaridade, mecanismos de regeneração, pastagem, cultivo agrícola
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/11079
Aparece nas coleções:PPGCF - Dissertações de Mestrado

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