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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorBarros, M. E. B. de
dc.date.accessioned2019-06-08T02:11:48Z-
dc.date.available2019-06-07
dc.date.available2019-06-08T02:11:48Z-
dc.identifier.citationCARDOSO, J. Y. M., Formação e trabalho no SUS: uma experiência de apoio institucional na cidade de Serra/ESpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/11233-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleFormação e trabalho no SUS: uma experiência de apoio institucional na cidade de Serra/ESpor
dc.typemasterThesisen
dcterms.abstractO Sistema Único de Saúde (SUS), instituído pela Constituição Federal do Brasil de 1988, já completou três décadas. São muitos os desafios que se apresentam na afirmação de sua dimensão de política pública e, principalmente, do modus operandi dos processos de trabalho. Fortalecer o SUS implica afirmar seus princípios: universalidade, equidade e integralidade. Essa é uma diretriz desta dissertação isto é, desta análise de uma pesquisa-intervenção desenvolvida a partir do Programa de Extensão Apoio Institucional a Políticas Públicas de Saúde na Grande Vitória/ES, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), que propõe a criação de dispositivos para análise coletiva do trabalho. Nessa direção, foi construído por trabalhadores do SUS em Serra/ES, com o apoio da universidade, um dispositivo para implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), o Fórum de Educação Permanente na Roda. Nos encontros mensais do Fórum, os debates eram tecidos entre trabalhadores da saúde (psicólogos, dentistas, enfermeiros, médicos, sanitaristas, assistente social, gerentes de unidade) e os pesquisadores da UFES. O Fórum se caracterizava como um Grupo de Encontros sobre o Trabalho (GRT) em que se problematizava o trabalho que se faz e se produziam novos modos de trabalhar. A metodologia desta pesquisaintervenção se deu por meio da participação em 15 das reuniões ocorridas nos anos de 2015 e 2016, pela análise documental do diário de campo, atas dos encontros, projeto e programações produzidos no Fórum e pela realização de duas entrevistas com profissionais participantes. A análise dos dados se fez por meio da referência epistemológica da ergologia, sobretudo no que diz respeito aos conceitos de trabalho, atividade, formação e GRT. Com isso, é possível afirmar a emergência da construção de processos formativos em aderência com as situações de trabalho com vistas à produção de conhecimentos pertinentes às necessidades dos serviços. Para isso, são necessárias a inclusão dos trabalhadores no debate e a criação de práticas cogestivas, mais lateralizadas e menos autoritárias nos serviços de saúde. Palavras-chave: trabalho; formação; SUS; apoio institucional; ergologiaPalavras-chave: Trabalho, Formação, SUS, Apoio Institucional, Ergologiapor
dcterms.creatorCARDOSO, J. Y. M.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2019-03-29
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucionalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucionalpor
dc.contributor.refereeLUCIANO, L. S.
dc.contributor.refereeALMEIDA, U. R.
dc.contributor.advisor-coGOMES, R. S.
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