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dc.contributor.advisorMiranda, Angélica Espinosa Barbosa-
dc.date.accessioned2019-08-01T02:01:35Z-
dc.date.available2019-07-31-
dc.date.available2019-08-01T02:01:35Z-
dc.identifier.citationJOB NETO, Francisco. Doenças infecciosas no sistema prisional: dados dos sistemas de informação de saúde e do sistema prisional. 2019. 77 f. Tese (Doutorado em Doenças Infecciosas) - Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2019.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/11397-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.subjectSurveillanceeng
dc.subjectPrisonseng
dc.subjectNotified diseaseseng
dc.titleDoenças infecciosas no sistema prisional : dados dos sistemas de informação de saúde e do sistema prisionalpor
dc.typedoctoralThesiseng
dc.subject.udc61-
dc.subject.br-rjbnDoençaspor
dc.subject.br-rjbnPrisõespor
dc.subject.br-rjbnVigilância sanitáriapor
dc.subject.br-rjbnSaúde públicapor
dcterms.abstractIntrodução: A saúde pública deve ser combinada com a justiça criminal para oferecer assistência médica às populações carcerárias porque, geralmente, elas vêm de áreas da sociedade com níveis significativos de saúde deficiente e exclusão social. Objetivo: O objetivo deste estudo foi explorar os dados de vigilância sobre doenças de notificação compulsória em pessoas privadas de liberdade incluídas nos sistemas oficiais de informação e avaliar suas tendências históricas no Brasil. Métodos: Um estudo de tendências temporais foi realizado usando dados secundários das unidades de saúde das prisões. Foram analisados dados de notificações de doenças de pessoas privadas de liberdade em todo o país, obtidos entre 2007 e 2014 do banco de dados de sistemas de informação do Ministério da Saúde e do sistema prisional. Esses dados foram notificados por unidades identificadas como unidades de saúde prisionais. O diagnóstico de doenças e dados individuais estavam disponíveis no Sistema Nacional de Notificação de Doenças (SINAN), no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e nos Sistemas de Registro de Prisões (INFOPEN e GEOpresídios). Análise dos dados de notificação realizados no SINAN em nível nacional. O SINAN foi consolidado com os dados das prisões do SIM, INFOPEN e GEOpresídios. Resultados: Um total de 23 235 casos de doenças de notificação compulsória foram registrados em unidades penitenciárias no Brasil; destes casos, 20 003 (85,6%) eram homens e 3362 (14,4%) eram mulheres. A proporção de prisioneiros aumentou ao longo do tempo de 1,92 por mil habitantes em 2007 para 2,77 por mil habitantes em 2014 (tendência ascendente). De um total de 27 estados, 12 deles apresentaram crescimento nas notificações de doenças, 14 foram estáveis e em apenas um estado houve queda nas notificações. Houve um aumento de notificações no país como um todo. Tuberculose (64,4%), dengue (9,1%), aids (9,0%) e hepatites virais (5,9%) estavam entre as doenças mais notificadas no período do estudo. Conclusão: Apesar de mostrar tendências estáveis, nossos resultados mostram altas taxas de doenças nas prisões brasileiras. Os serviços de saúde carcerária não devem ser isolados, mas integrados aos sistemas regionais e nacionais de saúde e justiça.por
dcterms.creatorJob Neto, Francisco-
dcterms.formattexteng
dcterms.issued2019-05-06-
dcterms.languageporeng
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Doenças Infecciosaspor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqDoenças Infecciosas e Parasitáriaspor
dc.publisher.courseDoutorado em Doenças Infecciosaspor
dc.contributor.refereeGerson Fernando Mendes Pereira-
dc.contributor.refereeFalqueto, Aloisio-
dc.contributor.refereeCerutti Junior, Crispim-
dc.contributor.refereeSá, Ethel Leonor Noia Maciel-
dc.contributor.advisor-coZandonade, Eliana-
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