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dc.contributor.advisorMachado, Leila Aparecida Domingues-
dc.date.accessioned2016-06-14T18:32:44Z-
dc.date.available2016-06-24T06:00:06Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/1938-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.rightsopen accesseng
dc.subjectExperiência urbanapor
dc.subjectCidadepor
dc.subjectHistóriaspor
dc.subjectSubjectivityeng
dc.subjectUrban experienceeng
dc.subjectCityeng
dc.subjectStorieseng
dc.titleCorpo rasurado de históriaspor
dc.typemasterThesiseng
dc.subject.udc159.9-
dc.subject.br-rjbnSubjetividadepor
dc.subject.br-rjbnCidades e vilaspor
dc.subject.br-rjbnHistóriapor
dc.subject.br-rjbnVida urbanapor
dcterms.abstractEsta dissertação se arrisca na fabulação de um corpo rasurado de histórias, o corpo imundo, como aquele que se forja através das experiências na cidade. Corpo esfacelado e marcado. Nesta primeira parte apresenta-se a formação do corpo imundo e seu éthos, seu modo de viver e experimentar a cidade, sua pele de arlequim alinhavada de retalhos. No éthos imundo a errância encontra a pele que se suja de mundo e que, através das experiências, fica marcada e se faz e desfaz em fragmentos e imagens. Esta primeira parte é uma preparação para a segunda, onde se encontram as rasuras, as sujeiras do mundo que impregnam sua pele. Há nesta segunda parte uma dissonância, uma polifonia de vozes, onde certas imagens escritas foram confeccionadas com sotaques distintos. Uma aposta em tempos de experiência e escrita heterogêneos, que por vezes lançam mão de um eu que fala, em outras de um nós, outras ainda de um ele. Pouco importa, porém, pois a voz que fala emana sempre de um outro lugar, de uma margem estrangeira e desconhecida. As imagens em fragmentos que impregnam a pele suja de mundo lampejam, neste sentido, como artefatos bélicos na luta política pela ampliação da vida.por
dcterms.abstractThis dissertation ventures into the fable of a body strikethrough stories, the filthy body, as that one that is forged through experiences in the city. Shattered and marked body. In this first part we present the formation of filthy body and its ethos, its way of live and experience the city, its skin stitched as a patchwork harlequin. In this filthy ethos, errancy meets the skin that dirties the world and, through experiences, gets marked, and do and undo itself into fragments and images. This first part is a preparation for the second part, where erasures meet, the dirt of the world that impregnates its skin . There is a dissonance in this second part, a polyphony of voices, where certain written images confectioned with different accents . A bet in times of experience and heterogeneous writing, which sometimes resorts to a self that speaks, in other about "us", other about "him". It doesn't matter, however, because the speaking voice always emanates from another place, a foreign and unknown border. The images in fragments that pervade the world of dirty skin blink, in this regard, as war artifacts in the political struggle for the enlargement of life.eng
dcterms.creatorSantos, João José Gomes dos-
dcterms.dateSubmitted2014-04-25-
dcterms.formattexteng
dcterms.issued2014-04-25-
dcterms.languageporeng
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucionalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqPsicologiapor
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucionalpor
dc.contributor.refereeBaptista, Luis Antonio dos Santos-
dc.contributor.refereeRodrigues, Heliana de Barros Conde-
frapo.hasFundingAgencyCAPESpor
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