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dc.contributor.advisorAbrahão, Virginia Beatriz Baesse-
dc.date.accessioned2016-08-29T15:09:02Z-
dc.date.available2016-07-11-
dc.date.available2016-08-29T15:09:02Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3803-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.subjectEducação indígenapor
dc.subjectEnsino do tupipor
dc.subjectLanguage policyeng
dc.subjectIndigenous educationeng
dc.subjectTeaching of tupieng
dc.titleO tupi na aldeia tupinikim de Caieiras Velha em Aracruz-ES : uma questão de política linguísticapor
dc.typemasterThesiseng
dc.subject.udc80-
dc.subject.br-rjbnLingüística aplicadapor
dc.subject.br-rjbnLínguas indígenas - Aspectos políticos - Brasilpor
dc.subject.br-rjbnLinguagem e línguas - Estudo e ensino - Aspectos políticospor
dc.subject.br-rjbnÍndios Tupinikin - Espírito Santo (Estado)por
dc.subject.br-rjbnPolítica linguística - Brasilpor
dcterms.abstractO objetivo desta dissertação é identificar o lugar do tupi comunidade indígena tupinikim da aldeia Caieiras Velha, em Aracruz-ES. Para identificarmos esse lugar foi preciso identificar a legislação vigente sobre a educação escolar indígena que subsidia a experiência que ocorre no território indígena de Aracruz; avaliar historicamente as políticas linguísticas voltadas para as línguas indígenas no Brasil, em especial, sobre os povos tupi; discutir diferentes concepções de ensino de língua, baseado-nos em uma perspectiva enunciativa que toma por base a produção de sentidos; realizar entrevistas e observações participantes com membros da aldeia, principalmente estudantes e professores. Essa pesquisa se justifica pelo fato de mesmo o povo tupinikim ter sido alvo, durante a colonização pela Coroa Portuguesa e após a independência pelo Estado Brasileiro, de diversas políticas linguísticas distintas que resultaram no silenciamento de sua língua e no apagamento de sua cultura, atualmente esse povo está organizado, com território reconhecido e, conforme afirmam, estão construindo um projeto de revitalização da língua tupi entre os membros da comunidade. Entretanto, a nossa hipótese é de que, apesar de existirem leis e diretrizes que garantam aos povos indígenas o direito de realizar a educação indígena em sua própria língua e de realizar políticas internas de revitalização dessa língua, existem dificuldades subjetivas e objetivas na implantação desse projeto. As perguntas que fazemos são: o que significa hoje, para o povo tupinikim, ensinar o tupi nas aldeias e buscar retomar a sua identidade através da revitalização da sua língua? Que concepção de língua subjaz esse ensino e quais as políticas de implementação do tupi na aldeia? De que modo a língua tupi estabelece relações de identidade para esse povo? As análises nos levaram a concluir que há um longo caminho para o povo tupinikim percorrer até conseguir revitalizar plenamente o conhecimento da língua tupi e que o ensino de tupi na educação escolar indígena não conseguirá sozinho garantir o sucesso desse projeto. Segundo Paz (1986, p. 30) “(...) a palavra é o homem mesmo. (...) Elas são a nossa única realidade (...)”. Nesse sentido, a retomada do tupi nas aldeias tupinikim significa o fortalecimento da identidade do próprio indígena, o que parece que ainda está distante de acontecer, conforme demonstra essa pesquisa.por
dcterms.abstractThe aim of this work is to identify the place of the Tupi teaching in the Tupinikim indigenous community of Caieiras Velha village in Aracruz-ES. To identify this place, it was necessary to identify the current legislation about indigenous education that supports the experience that occurs on indigenous territory of Aracruz; evaluate historically the language policies oriented for indigenous languages in Brazil, especially the Tupi peoples; discuss different conceptions of language teaching based on the perspective of the production of meaning and finally, conduct semi-structured interviews and participant observation with the villagers, especially students and teachers. This research is justified by the fact that even the Tupinikim people have been targeted, during colonization by the Portuguese Crown and after independence by Brazilian State, of several different linguistic policies that have resulted in the silencing of his language and in the erasing of their culture, currently these people are organized, with recognized territory and building a revitalization project of Tupi language among community members. However, our hypothesis is that, although there are laws and guidelines that ensure indigenous peoples the right to make indigenous education in their own language, there are subjective difficulties and objective difficulties in the implementation of this project. The questions we ask are: what it means today, to the Tupinikim people, teach the Tupi in the villages and seek return your identity through the revitalization of their language? What language conception underlies this teaching and which the Tupi implementation of policies in the village? How the Tupi language establishes identity relations to these people? The analysis led us to observe that there is a long way to go Tupinikim people get fully revitalize the knowledge of the Tupi language and the Tupi education in indigenous can not alone ensure the success of this project. According to Paz (1986, p. 30) "(...) the word is man himself. (...) They are our only reality (...). "In this sense, the resumption of Tupi in the Tupinikim villages must mean the fortification of the identity of indigenous itself, which seems it is still far from happening, as shown in this research.eng
dcterms.creatorFermino, Filipe Siqueira-
dcterms.formattexteng
dcterms.issued2015-11-27-
dcterms.languageporeng
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Linguísticapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqLinguísticapor
dc.publisher.courseMestrado em Estudos Linguísticospor
dc.contributor.refereeVidon, Luciano Novaes-
dc.contributor.refereeCiccarone, Celeste-
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