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dc.contributor.advisorROMERO, O. J.
dc.creatorELER, J. L. B.
dc.date.accessioned2018-03-22T16:03:29Z-
dc.date.available2018-02-21
dc.date.available2018-03-22T16:03:29Z-
dc.date.issued2017-10-10
dc.identifier.citationELER, J. L. B., Prevenção da formação de hidratos em gasodutos submarinospor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/6961-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titlePrevenção da formação de hidratos em gasodutos submarinospor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.advisorcoMENEGUELO, A. P.
dc.contributor.memberSILVA, C. A. S.
dc.contributor.memberFERONI, R. C.
dc.description.resumoAo longo do processo de transporte do gás natural em gasodutos submarinos até as Unidades de Processamento, a indústria petrolífera pode enfrentar diversos problemas, dentre eles, a formação de hidratos. O ambiente submarino possui condições propicias de pressão (alta) e temperatura (baixa) para que estas estruturas sólidas se formem. Os hidratos são problemas críticos para a garantia de escoamento, pois podem causar entupimento das tubulações, prisão e problemas de acionamento em equipamentos, podem comprometer a produtividade das operações, aumentar custos de produção e consumo de energia, além de gerar danos aos equipamentos e as estruturas, comprometendo a segurança das atividades e em casos mais extremos, causando a paralisação completa da produção. Por isso, faz-se necessário adotar medidas de controle, planejamento e monitoramento das condições termodinâmicas as quais o gás natural está sendo transportado. Neste trabalho são simuladas as condições próximas das reais enfrentadas durante o transporte do gás natural produzido na Unidade de Produção de Petróleo e Gás Natural FPSO Cidade de Vitória até a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas. Para verificar as propriedades de fluxo do sistema, a temperatura e a pressão de formação dos hidratos, e dimensionar de forma otimizada o uso de métodos químicos (inibidores) e métodos térmicos (aquecedores) de prevenção será utilizado o software HYSYS. Os resultados obtidos comprovam a eficiência do inibidor termodinâmico metanol na prevenção da formação do hidrato e as vazões necessárias para realizar este controle. Além disso, indica-se a quantidade de energia necessária para que um aquecedor elétrico forneça calor suficiente à tubulação para prevenir a formação de hidratos, mostrando que este método térmico pode substituir a injeção do metanol, porém é necessário avaliar o requisito energético, que pode ser elevado. Palavras-chave: transporte de gás natural; escoamento transiente; hidrato; inibidores de hidrato.por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Energiapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Energiapor
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