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Título: FAUNA DE SQUAMATA DA RESERVA PARTICULAR DO PATRIMÔNIO NATURAL ESTAÇÃO VERACEL, LITORAL SUL DO ESTADO DA BAHIA, BRASIL
Autor(es): REIS, R. R.
Orientador: BERNILS, R. S.
Palavras-chave: Mata Atlântica
Hileia Baiana
Porto Seguro
Santa Cruz Cabr
Data do documento: 4-Abr-2017
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: REIS, R. R., FAUNA DE SQUAMATA DA RESERVA PARTICULAR DO PATRIMÔNIO NATURAL ESTAÇÃO VERACEL, LITORAL SUL DO ESTADO DA BAHIA, BRASIL
Resumo: Buscando conhecer melhor a composição herpetofaunística da Mata Atlântica, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Estação Veracel foi estudada quanto aos répteis Squamata. Para tanto, foram realizadas 16 fases de amostragem em 16 meses consecutivos, totalizando 108 dias e 1.870 horas/homem em campo, aplicando os seguintes métodos amostrais: coleta manual por busca ativa, coleta por armadilha de intercepção e queda (pitfall traps), recolhimento de animais encontrados mortos, doações de terceiros, registro visual e registro fotográfico. Deste modo, obteve-se 403 registros de 51 táxons de Squamata número que se estima estar ainda distante da real composição herpetofaunística da RPPN, uma vez que a curva de acumulação de espécies não atingiu sua assíntota. Ameivula nativo, Leposternon infraorbitale, L. wuchereri, Amerotyphlops brongersmianus, Boa constrictor, Tantilla aff. melanocephala, Dipsas catesbyi, D. i. indica, D. variegata, Sibynomorphus neuwiedii, Imantodes cenchoa, Oxyrhopus cf. guibei, Erythrolamprus poecylogyrus schotti e Xenopholis scalaris, foram registrados para a RPPN pela primeira vez; também se destaca a coleta de um exemplar de Atractus que não se assemelha nenhuma espécie do gênero, indicando ser uma espécie nova. Uma análise de agrupamento e um coeficiente de semelhança foram empregados para comparar a fauna de Squamata da região em que se insere a RPPN contra outras 22 áreas da Mata Atlântica que possuem condições similares; concluiu-se que, num nível mais estrito, a região estudada tem grande afinidade faunística com o extremo norte do Espírito Santo, e num nível mais abrangente, forma um agrupamento que envolve também áreas ao sul da Baía de Todos os Santos (Bahia) e outras áreas do centro e sul do Espírito Santo. Esses dois agrupamentos reforçam a proposta que nomeia esse trecho da Mata Atlântica de Hileia Baiana, por sua similaridade faunística e florística com a Amazônia.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8292
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