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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMENEZES, L. F. T.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:27:13Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:27:13Z-
dc.identifier.citationJESUS, L. M., Composição Florística e Estrutura de uma Floresta de Restinga na Planície Costeira do Rio Doce, Linhares, ESpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/8309-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleComposição Florística e Estrutura de uma Floresta de Restinga na Planície Costeira do Rio Doce, Linhares, ESpor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberNASCIMENTO, M. T.
dc.contributor.memberTHOMAZ, L. D.
dcterms.abstractA flora de restinga em diferentes pontos do litoral tem sido bem documentada por diferentes autores ao longo dos anos. Entretanto, existem lacunas sobre a equivalência entre tipos de vegetação fisionomicamente semelhantes, como as florestas de restingas, e suas relações florísticas em diferentes níveis de abrangência na Mata Atlântica que possa permitir uma análise fitogeográfica em busca de padrões mais robustos. Sendo assim, o presente estudo objetivou i) descrever a composição florística e estrutural de um floresta de restinga localizada próxima a foz do rio Doce, ii) verificar se existem relações florśiticas entre a restinga estudada e as diferentes fisionomias encontradas na Mata Atlântica do sudeste brasileiro e iii) identificar as espécies preferências para cada localidade IV) identificar quais são os fatores geoclimáticos que possam ser apontados como preferências para o estabelecimento das espécies para a área estudada. Foram amostrados indivíduos lenhosos, com DAP≥ 5 cm em 50 parcelas de 100 m²,. Foram selecionados levantamentos de diferentes fisionomias do Domínio da Mata Atlântica do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais que constituiu um banco de dados utilizado para revelar os padrões florísticos das áreas comparadas e uma matriz de dados ambientais para correlacionar a ordenação das espécies em virtude de condicionantes ambientais, neste o caso, o clima. Foram amostradas 856 árvores vivas, distribuídas em 189 espécies, 89 gênero, 41 famílias e 26 (3%) árvores mortas, em um total de 0,5 hectares de área amostral. Myrtaceae (29) obteve maior riqueza específica, seguida de Fabaceae (15). O índice de Shannon (H) foi de 4,35. A densidade total foi de 3.528 ind./ha e área basal de 36,58 m²/ha. Simaba subcymosa foi a espécie que apresentou maior VI. Neste fragmento florestal de 2,87 km2 registraram-se 18 táxons com algum grau de ameaça, duas espécies de ocorrência rara e uma espécie nova. Os padrões fisionômicos dos grupos gerados pela similaridade foram distintos. A CCA indicou a correlação da distribuição das espécies em virtude, principalmente, da altitude. Assim, foi possível a separação de grupos de acordo com distância da linha costa e o TWINSPAN indicou as espécies preferências de cada área analisada. As análises florísticas evidenciaram a contribuição dos tabuleiros na composição florística, consequentemente na estrutura da floresta de restinga de Comboios.por
dcterms.creatorJESUS, L. M.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2015-03-24
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biodiversidade Tropicalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Biodiversidade Tropicalpor
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