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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSANTOS, M. C. L. F. S.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:27:38Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:27:38Z-
dc.identifier.citationROCHA, R. M., ANÁLISE DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS A TRATAMENTO CIRÚRGICO DO CARCINOMA BEM DIFERENCIADO DA TIREOIDE EM HOSPITAL TERCIÁRIOpor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/8333-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleANÁLISE DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS A TRATAMENTO CIRÚRGICO DO CARCINOMA BEM DIFERENCIADO DA TIREOIDE EM HOSPITAL TERCIÁRIOpor
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberWalter Fagundes
dc.contributor.memberCOSTALONGA, E. F.
dc.contributor.memberKALIL, M.
dcterms.abstractIntrodução: O carcinoma bem diferenciado da tireoide (CBDT) é a doença maligna mais frequente do sistema endócrino e corresponde a 90% de todas as neoplasias malignas da tireoide. O tratamento cirúrgico é a principal opção de tratamento e é considerado um dos principais fatores prognósticos na evolução da doença. Objetivo: Conhecer o perfil epidemiológico dos pacientes submetidos a tratamento cirúrgico do CBDT no HUCAM; conhecer os resultados oncológicos no seguimento dos pacientes submetidos a tratamento cirúrgico; conhecer as principais complicações pósoperatórias e comparar com dados da literatura. Método: Estudo transversal e retrospectivo com a utilização de dados clínicos obtidos de laudos histopatológicos arquivados no registro eletrônico do Serviço de Anatomia Patológica do HUCAMUFES e análise dos respectivos prontuários médicos arquivados no Serviço de Arquivo Médico e Estatístico (SAME) do HUCAM-UFES no período de janeiro de 2008 a dezembro de 2015. Resultado: Foram analisados 95 prontuários de pacientes portadores de CBDT submetidos a tratamento cirúrgico. O carcinoma papilífero da tireoide (CPT) foi o mais frequente (91,57%) e o carcinoma folicular da tireoide (CFT) correspondeu a 8,43% dos casos. A tireoidectomia total foi realizada em 65,26% dos pacientes, a tireoidectomia parcial em 12,63% e a tireoidectomia total ssociada a algum tipo de esvaziamento cervical em 22,11%. As complicações pós-operatórias ocorreram em 6,31% dos pacientes, sendo cirúrgica (hematoma) em 1,05% dos pacientes. O tempo médio de seguimento pós-operatório foi de 36,9 meses. A recidiva ocorreu em 4 pacientes (4,21%), sendo loco-regional em todos os casos. Todos foram re-operados e estão sem doença em atividade. Analisamos os fatores prognósticos: sexo, idade acima de 45 anos, tamanho do tumor, acometimento linfonodal, estadiamento da doença, tipo de tratamento cirúrgico, microcarcinoma, tipo histológico e iodoterapia pós-operatória. Nenhum dos fatores prognósticos analisados teve significância estatística pelo teste do qui-quadrado. Conclusão: O CPT é a neoplasia maligna mais frequente. O sexo feminino foi o mais acometido e a mediana de idade foi de 49 anos. A recidiva locorregional ocorreu em 4 pacientes que foram tratados e estão sem doença . A complicação pós-operatória imediata mais frequente foi o hematoma.por
dcterms.creatorROCHA, R. M.
dcterms.formatapplication/pdfpor
dcterms.issued2016-12-16
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicinapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado Profissional em Medicinapor
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