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Title: Filogeografia de Terpides sooretamae Boldrini & Salles (Ephemeroptera: Leptophlebiidae)
metadata.dc.creator: RIZZI, E. A.
Issue Date: 11-Mar-2016
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: RIZZI, E. A., Filogeografia de Terpides sooretamae Boldrini & Salles (Ephemeroptera: Leptophlebiidae)
Abstract: Terpides sooretamae Boldrini & Salles 2009 ocorre em diferentes biomas brasileiros, em cursos dágua com características ecológicas e físicas diversificadas da Mata Atlântica e do Cerrado. A literatura aponta para uma série de casos em que espécies que ocorrem em regiões diferentes, situadas em biomas distintos, apresentam ampla variabilidade a nível molecular. Este trabalho focou em explorar a relação entre a estrutura populacional de Te. sooretamae e a sua capacidade de dispersão em um sistema geograficamente diverso, ecologicamente relevante e molecularmente não explorado: os padrões da estruturação genética de diferentes populações. Para isso foi utilizado um total de 82 indivíduos; os mesmos foram submetidos à extração do DNA genômico e amplificação de duas regiões do mtDNA (COI e COII), purificação e sequenciamento. As sequências foram conferidas na ferramenta de busca por similaridade, alinhadas e editadas. Foram conduzidas análises filogenéticas de máxima-verossimilhança, diversidade haplotípica e geração de redes de haplótipos, AMOVA, testes de neutralidade e distribuição mismatch. Os resultados evidenciaram uma relação próxima entre os indivíduos do Sudeste e de Nordeste, com baixas taxas de variabilidade entre as sequências obtidas, sendo possível afirmar que as populações do Sudeste e do Nordeste mantêm fluxo gênico bidirecional. Os valores de Fs de Fu e D de Tajima e os gráficos de distribuição mismatch sugerem que ambas estão em processo de expansão populacional recente. As populações de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentaram divergência alta em relação às populações do Sudeste e do Nordeste, sendo que Mato Grosso do Sul apresentou valores extremos. As populações de Mato Grosso do Sul, com alta variabilidade molecular em relação às demais populações e com uma posição distante das mesmas na árvore de máxima-verossimilhança, podem se tratar de uma espécie distinta de Te. sooretamae. Palavras-chave: dispersão, Mata Atlântica, fluxo gênico, diversidade críptica
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9424
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