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Title: Planejamento do Transporte de Maquinistas para Atendimento Ás Locomotivas Acopladas em Trens
metadata.dc.creator: ALVES, R. P. C.
Keywords: Operação Ferroviária;Dial a Ride Problem (DARP);Maquinista
Issue Date: 23-Aug-2018
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: ALVES, R. P. C., Planejamento do Transporte de Maquinistas para Atendimento Ás Locomotivas Acopladas em Trens
Abstract: Para assegurar o transporte ferroviário, vários processos são necessários, dentre eles destaca-se o transporte de maquinistas para atendimento às locomotivas acopladas em trens, pois garante a disponibilidade de um maquinista para condução do trem. O transporte ocorre para a substituição do maquinista em fim de escala por um maquinista iniciando escala. Assim, deve-se fornecer transporte para o maquinista de seu ponto de descanso até o local do trem e vice-versa. O planejamento desse transporte deve considerar os requisitos operacionais e legais da profissão de maquinista. Como requisito operacional, pode-se citar, que a troca usualmente ocorre em pátios ferroviários. Como requisitos legais, os maquinistas trabalham sob a CLT, que dentre diversos pontos inclui o tempo máximo para a jornada de trabalho, o período mínimo de descanso, dentre outros. O processo de troca de maquinistas envolve custos relacionados ao transporte, utilização do veículo e quilômetros percorridos, e custos relacionados a horas improdutivas, gerados quando o maquinista não está exercendo a função de conduzir o trem no período que compreende a sua escala de trabalho. A geração de horas improdutivas ocorre quando o maquinista chega no ponto de troca antes de um limite estabelecido que considera o horário de troca no trem, ou, quando, ao finalizar a escala de trabalho embarca no veículo para regressar a seu ponto de descanso depois de um limite estabelecido considerando a chegada do trem. Para atender tanto as necessidades operacionais quanto legais, deve-se alocar veículos e elaborar rotas que sejam capazes de levar os maquinistas de seus pontos de descanso até os pontos de troca ou o inverso, ao longo da ferrovia, a um menor custo possível de transporte e reduzindo a quantidade de horas improdutivas. Para a resolução do problema mencionado é proposto um modelo matemático baseado no Dial a Ride Problem (DARP). Para testar o modelo matemático proposto, o mesmo foi aplicado à região da Estação de Costa Lacerda, em Minas Gerais, um dos maiores pátios de triagem da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), onde trabalham aproximadamente 100 maquinistas que fazem diversas trocas de escala diariamente. O planejamento obtido por meio do modelo matemático obteve resultados melhores que o planejamento realizado de maneira empírica pelos planejadores da EFVM, reduzindo os custos relacionados ao transporte e as horas improdutivas.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10698
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