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Title: TRANSGRESSÃO DOS LIMITES DISCIPLINARES ATRAVÉS DE COMUNIDADES DE AFETO E REDES DO CONHECIMENTO
metadata.dc.creator: RODRIGUEZ, B. L.
Keywords: Educação em ciências;Redes de afetividade;Ensino médio
Issue Date: 18-Mar-2013
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: RODRIGUEZ, B. L., TRANSGRESSÃO DOS LIMITES DISCIPLINARES ATRAVÉS DE COMUNIDADES DE AFETO E REDES DO CONHECIMENTO
Abstract: A discursividade erigida na educação em ciências exatas encontra ainda suas raízes engastadas no método cartesiano, em que o todo é igual à soma de suas partes. O movimento provocado por esse aporte ecoa no processo educativo favorecendo práticas com características quantitativas em que o discurso do lugar-professor, pautado sobre uma linha molar, sobrepuja quaisquer vozes que venham a questionar a construção do conhecimento entronizado pela academia. Em busca de outros possíveis que podem acontecer no interior dessas práticas procuramos, utilizando o método das conversações, sistemáticas e não-sistemáticas, ter um vislumbre sobre de que forma os alunos do IFES, campus Vitória, constroem suas redes de subjetividade/afetividade em relação à aprendizagem/conhecimento de ciência. Nessa jornada, como principais bases teóricas, perfazemos um encontro com Deleuze e Guattari, em seus trabalhos separados e em conjunto; Latour, em suas discussões sobre a ciência, e, Carvalho em seus estudos sobre como a afetividade e as redes de comunalidades expansivas nos processos educacionais podem potencializar a construção de uma vida pautada num movimento éticoestético. Nesses escorregamentos, percebemos que os estudantes, mesmo com suas noções impregnadas pelo discurso molar, vislumbram muita potência no processo escolar, seu potencial para o crescimento, mas ainda consideram que os modos empregados pela maioria dos professores fazem com que as relações tecidas com a ciência estejam afastadas de suas vidas, seus discursos alimentam sobretudo a dicotomia ciência aplicada x ciência pura, e essa última eles associam à sala de aula, uma linguagem que a maioria não considera capaz de dominar, destinadas a uma casta esotérica cujos professores estão inseridos. Dessa forma, buscamos como resposta, parcial e transitória, não no intuito de estabelecer outro discurso dominante, outra forma-força, problematizar tanto a ciência como linguagem quanto o escorregamento do um lugar-professor para uma forma cambiante, que se envolva nos discursos dos estudantes levando em consideração às relações estabelecidas por eles no interior do discurso científico, buscando pistas para uma ciência e um professor menor.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/2405
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