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Title: Análise de fatores sociais, políticos, econômicos e culturais na adoção das normas inernacionais de contabilidade pública pelos países
metadata.dc.creator: Callegário, Juliana Batista
Keywords: Contabilidade pública - Normas - Aspectos sociais;Contabilidade pública - Normas - Aspectos políticos;Contabilidade pública - Normas - Aspectos econômicos
Issue Date: 18-Dec-2015
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Abstract: Este estudo investiga quais fatores culturais, sociais, políticos e econômicos influenciam na adoção das Normas Internacionais de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (International Public Sector Accounting Standards - IPSAS) pelos países. Com base em informações disponibilizadas pela IFAC (2007) e Deloitte (2013) foram analisadas e segregadas as diferentes posições tomadas pelos países, como adoção por completo das IPSAS; sinalização de intenção de adoção; adoção parcial pelo regime de caixa (Cash-Basis) das IPSAS; e adoção do regime de competência com base nas IPSAS. Os fatores levantados foram PIB per capita; número de habitantes; não adoção das IFRS (International Financial Reporting Standard) pelos países; índice de percepção da corrupção; origem do sistema legal; e dimensões culturais de Hofstede (2015), coletados entre 1995 e 2013 de 214 países, inicialmente. Na abordagem metodológica é aplicado modelo de regressão logística (logit) baseado em Clements, Neill e Stovall (2010), adaptando para dados em painel com efeitos aleatórios. Os resultados indicam que países que têm a intenção de adotar as IPSAS podem ser explicados pela variação positiva das variáveis PIB per capita, quantidade de habitantes, origem de sistema legal anglo-saxão, socialista e francês, e pela variação negativa das variáveis culturais: individualismo e indulgência. Em outro teste realizado, foi detectado que os países que adotaram parcialmente as IPSAS, com aplicação do regime de competência, podem ser explicados pela variação positiva das variáveis PIB per capita, quantidade de habitantes e pela cultura individualista de uma sociedade; e pela variação negativa do índice de percepção da corrupção, origem de sistema legal escandinavo e variáveis culturais: masculinidade e orientação a longo prazo. A regressão logística que uni qualquer interesse pelas IPSAS mostrou que os países de origem socialista e com culturas com pouca desigualdade social, menos aversão à incerteza e poucos pragmáticos podem justificar tal escolha. Houve também uma relação positiva com o número de habitantes e o PIB per capita, que sugere que países mais populosos e desenvolvidos tendem adotar as IPSAS. As outras regressões logísticas testadas não permitiram inferência estatística. Ainda, em nenhuma regressão testada, houve comprovação de dependência entre a não permissão do IFRS pelos países com a não adoção das IPSAS.
This study investigates which cultural, social, political and economic factors influence the adoption of International Financial Reporting Standards Applied to the Public Sector (International Public Sector Accounting Standards - IPSAS) by countries. Based on information provided by IFAC (2007) and Deloitte (2013) the different positions were analyzed and segregated taken by countries such as adoption of IPSAS completely; signaling intent to adopt; Partial adoption on a cash basis (Cash Basis) IPSAS; and adoption of the accrual basis based on IPSAS. The factors were raised GDP per capita; number of inhabitants; non-adoption of IFRS (International Financial Reporting Standards) by the countries; perception index of corruption; origin of the legal system; and cultural dimensions of Hofstede (2015), collected between 1995 and 2013 for 214 countries, initially. The methodological approach is applied logistic regression model (logit) based on Clements, Neill and Stovall (2010), adapted for panel data with random effects. The results indicate that countries that intend to adopt IPSAS can be explained by the positive variation of the variables GDP per capita, number of inhabitants, the origin of Anglo-Saxon legal system, socialist and French, and the negative variation of cultural variables: individualism and indulgence. In another test conducted, it was found that countries that have partially adopted the IPSAS, applying the accrual basis can be explained by the positive variation of the variables GDP per capita, number of inhabitants and the individualistic culture of a company; and the negative variation of the variables of the Corruption Perceptions Index, Scandinavian legal system of origin and cultural variables: masculinity and long-term orientation. As a complement, logistic regression that uni any interest in IPSAS showed that socialist countries of origin and cultures with little social inequality, less uncertainty avoidance and pragmatic few can justify such a choice. There was also a positive relationship with the number of inhabitants and GDP per capita, which suggests that more populated and developed countries tend to adopt IPSAS. The other tested logistic regressions did not allow statistical inference. Still, in any regression tested, there was evidence of dependency between the IFRS not allowed by the countries with the non-adoption of IPSAS.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/2781
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