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Title: "Constituição do Campo Sensível: apegos, renúncias e liberdade.Uma Contribuição da Filosofia Budista"
metadata.dc.creator: SOUZA, C. H. A.
Issue Date: 17-Dec-2012
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: SOUZA, C. H. A., "Constituição do Campo Sensível: apegos, renúncias e liberdade.Uma Contribuição da Filosofia Budista"
Abstract: Resumo Esta dissertação foi construída em interface com a tradição oral milenar da filosofia budista, respeitando um estilo tradicional dos ensinamentos em sua transmissão oral. Por meio da perspectiva de uma "filosofia prática", constitui-se uma metodologia onde as questões se desdobram em reflexões e ideias encadeadas, o que permite contemplar um tema de vários ângulos, tendo por fio norteador os ensinamentos budistas da linhagem Sakya, que orientam uma postura ética para a vida cotidiana. Abordam-se as "orientações para o viver" contidas nos ensinamentos com ênfase no domínio da mente, da motivação e da intenção da ação humana. Para a realização desse exercício ético, que transforma o campo da educação processo de ensino e de aprendizagem e o da produção de conhecimento constituição de saberes sobre si e sobre o mundo , a prática da meditação se coloca como delineadora de novos contornos para o pensar, o sentir e o agir, o que se evidencia por meio do ensinamento clássico Libertando-se dos Quatro Apegos, referência central para este trabalho. Nesta perspectiva, a meditação é abordada como campo da experiência, como um método com o qual podemos viver a não separatividade de sujeito-corpo-mente. A importância da meditação para um processo de criação de experiências constitutivas de um estar desperto. Este despertar se faz por meio de práticas onde nós somos a experiência da mente, nós somos a mente em si, e a prática da meditação nos propicia essa experiência. A experência de "estar presente em cada momento" pode nos levar ao domínio de nós mesmos, ao reconhecimento do outro como ser humano que também somos, e ao desenvolvimento da compaixão por todos os seres. Por meio desse processo podemos reconhecer o estado Búdico, ou melhor, o estado de Budeidade que todos temos em potencial. Budha é uma potência em nós, potência de desenvolvermos compaixão equânime para com todos os seres E podemos fazer isso reconhecendo dois aspectos importantes: os quatro apegos que nos aprisionam e a maneira de nos libertarmos deles para trilhar o caminho desperto.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/2920
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