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Title: Marcadores Sorológicos de Vírus de Transmissão Parenteral (Vírus da Hepatite B, Hepatite C e da Imunodeficiência Humana) em Cadáveres no Serviço de Necropsias do Departamento de Medicina Legal em Vitória, ES.
metadata.dc.creator: JARSKE, R. D.
Keywords: Necropsia;HIV;Hepatite B;Hepatite C;medicina legal
Issue Date: 17-Aug-2012
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: JARSKE, R. D., Marcadores Sorológicos de Vírus de Transmissão Parenteral (Vírus da Hepatite B, Hepatite C e da Imunodeficiência Humana) em Cadáveres no Serviço de Necropsias do Departamento de Medicina Legal em Vitória, ES.
Abstract: Introdução. Manipulação de material biológico originado de necropsias é fator de risco para infecção com microorganismos de transmissão parenteral. Esse risco aumenta para os necroscopistas e médicos legistas que necessitam às vezes fazer dissecções manuais para a retirada de projetis de arma de fogo o que aumenta o risco de acidente com fragmentos de ossos ou do próprio projetil. É demonstrado que os vírus da imunodeficiência humana (HIV), da hepatite B (VHB) e da hepatite C (VHC) permanecem viáveis por variáveis períodos após a morte. Objetivos. Pesquisar o HIV, VHB e VHC no sangue de cadáveres necropsiados no Departamento Médico Legal de Vitória/ES. Métodos. Foi retirado sangue da veia subclávia ou das cavidades cardíacas de 338 cadáveres necropsiados com menos de 24 horas de óbito. Após centrifugação, o soro foi armazenado a -20º C. Foram utilizados testes rápidos para pesquisa do HIV (Rapid Check HIV 1 e 2® NDI Núcleo de Doenças Infecciosas/UFES), VHB (Imuno-Rápido HBsAg®, WAMA Diagnostica) e VHC (HCV rapid test Bioeasy®, Bioeasy Diagnostica LTDA). Todos os casos positivos foram confirmados pelo método de Imunoensaio Quimioluminescente por Micropartículas CMIA Architect® (Abbott Laboratories USA). Foram anotados a idade aparente, o gênero, a raça/cor, a causa do óbito e a presença de tatuagens em cada corpo necropsiado. Resultados: Dos 338 soros examinados, 17 (5,02%) foram positivos para um dos vírus investigados, sendo sete (2,1%) positivos para HIV, sete (2,1%) para VHC e três (0,9%) para VHB. Não houve nenhum caso com reação positiva para mais de um vírus concomitantemente. Conclusão: Comprovou-se o risco de contágio com os vírus pesquisados na realização das necropsias, o que reforça a necessidade do uso de medidas de segurança e de métodos auxiliares como os radiológicos, reduzindo a necessidade de dissecção manual na procura e recuperação de projetis de arma de fogo. Palavras-chave: Necropsia; HIV; Hepatite B; Hepatite C; medicina legal.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4548
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