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Title: Fingerprinting de Cocaína: um Estudo do Perfil Químico no Estado do Espírito Santo
metadata.dc.creator: SOUZA, L. M.
Keywords: Cocaína;Análise Cromatográfica;Espectroscopia de Infraverm
Issue Date: 28-Mar-2014
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: SOUZA, L. M., Fingerprinting de Cocaína: um Estudo do Perfil Químico no Estado do Espírito Santo
Abstract: A cocaína é uma droga estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC) e um potente anestésico local. A duração de seus efeitos depende da forma consumida (sal, principalmente o cloridrato de cocaína, ou de base, de base livre ou crack) e no modo de administração (injetando, aspiração ou o fumo). A cocaína é definida como um alcaloide tropânico por apresentar em sua estrutura o núcleo tropano. Entretanto, apesar de sua composição definida, com a finalidade de diluir e aumentar o volume final da droga, o mercado ilícito se utiliza de uma grande diversidade de aditivos químicos como benzocaína, lidocaína, cafeína, procaína, entre outros. Esta dissertação foi dividida em três capítulos destinados a: i) avaliar o teste colorimétrico, ou seja, o teste de Scott, usando a espectroscopia de infravermelho com transformada de Fourier utilizando acessório de reflexão total atenuada (ATR-FTIR). Dezessete aditivos químicos foram avaliados, onde quatro forneceram resultados falsos positivos (prometazina, lidocaína, leite em pó e fermento). Quando o teste de Scott é realizado e aliado a técnicas espectroscópicas como ATR-FTIR e quimiometria, resultados conclusivos são obtidos e podem ser usados à rotina de laboratórios forenses. ii) Foi estudado o perfil químico orgânico de amostras de cocaína apreendidas no ano de 2012 nos meses de janeiro a julho usando a cromatografia gasosa acoplada a um espectrometro de massas quadrupolar (GC-MS). Neste capítulo, 101 amostras foram analizadas no modo full scan e 83 destas usadas para construção de um modelo quimiométrico usando a análise de componentes principais (PCA). Os principais adulterantes encontrados foram lidocaína, fenacetina e cafeína. Adicionalmente, cocaína, lidocaína e cafeína foram quantificadas a partir do monitoramento do íon selecionado (SIM) e seus valores de linearidade, limites de detecção e quantificação determinados. iii) as amostras de cocaína apreendidas pela polícia civil foram classificadas em função do tempo (2008, 2009, 2010, 2011 e 2012) e da localização de apreensão (em função das quatro macrorregiões do estado) usando a técnica de GC-MS aliada à análise multivariada (PCA), onde um total de 512 amostras foram investigadas.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4703
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