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Title: DIAGNÓSTICO FÍSICO CONSERVACIONISTA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO JERUSALÉM, ALEGRE, ES
metadata.dc.creator: VENTURIM, G. H.
Keywords: Mata Atlântica;Diagnóstico Físico Conservacionista;Uso da
Issue Date: 13-Jun-2011
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: VENTURIM, G. H., DIAGNÓSTICO FÍSICO CONSERVACIONISTA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO JERUSALÉM, ALEGRE, ES
Abstract: VENTURIM, George Hilton. Diagnóstico Físico Conservacionista da bacia hidrográfica do ribeirão Jerusalém, Alegre, ES. 2011. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) - Universidade Federal do Espírito Santo, Alegre - ES. Orientador: Prof. Dr. Clóvis Eduardo Nunes Hegedus. Co-orientador: Prof. Dr. Alexandre Rosa dos Santos. A Mata Atlântica é entre as florestas tropicais a mais biodiversa e também a mais vulnerável do planeta Terra. Já foram destruídos 93% da cobertura florestal original e os ínfimos 7% restantes continuam sob forte ameaça. No estado do Espírito Santo existem 11% de remanescentes florestais da Mata Atlântica em diversos estágios de conservação e regeneração. Ao sul do estado, no município de Alegre, localiza-se a bacia hidrográfica do ribeirão Jerusalém - BHRJ, principal fonte de abastecimento hídrico para a sede do município, porém o uso inadequado da terra, com ocupação de Áreas de Preservação Permanente (APP) para fins produtivos tem afetado significativamente a qualidade ambiental da bacia. O objetivo deste estudo foi realizar um diagnóstico físico conservacionista da bacia hidrográfica do ribeirão Jerusalém, por meio da aplicabilidade de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) caracterizando alguns aspectos morfométricos, do uso da terra e de estimativas da perda de solo, principalmente nas Áreas de Preservação Permanente (APP). O total da área destinada às APP na BHRJ é de 29,88 km², que representa 43,99% da área da bacia, contudo 84,2% dessa área apresenta uso conflitante. Assim é necessária a recomposição de 25,44 km². Entre as categorias de APP, a maior redução em área de vegetação nativa ocorreu na APP4 (margens é a Pastagem que ocupa 65,57% da área da BHRJ, sendo 42,18% ocorrendo em APP. A cafeicultura representa a segunda atividade mais conflitante com 10,7% de uso indevido. As classes Edificação rural e Edificação urbana apresentam 93% das edificações exatamente nas regiões de mata ciliar, ou seja, em risco iminente de inundações quando de precipitações mais elevadas, devido ao leito de inundação dos cursos hídricos. A estimativa da perda de solo revelou que a perda média total na BHRJ foi 394.139,76 t/ano e nas APP de 139.479,84 t/ano. Entre as APP a APP1 (topo de morro) teve a maior perda média total. Para a estimativa nas classes de uso da terra as classes Pastagem e Cafezal foram as que maior contribuição apresentou no aporte de sedimentos para os cursos hídricos na bacia hidrográfica do ribeirão Jerusalém. Conclui-se que um novo modelo da gestão ambiental municipal referente às bacias hidrográficas, especialmente para a BHRJ é necessário. A integração entre pesquisa científica e aplicação dos instrumentos das políticas ambientais e de recursos hídricos é uma premissa a reversão do processo de degradação ambiental nesta bacia. A realização de ações em educação ambiental e a convergência de políticas públicas adaptáveis às condições agrárias e ambientais da região, economicamente viáveis e não predadoras dos ecossistemas locais é fundamental à integração dos proprietários rurais ao processo de recuperação florestal no Bioma da Mata Atlântica. Palavras-chave: Mata Atlântica, Diagnóstico Físico Conservacionista, Uso da terra
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4962
Appears in Collections:PPGCF - Dissertações de Mestrado

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