Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4966
Title: QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE PAINEIRA EM FUNÇÃO DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO, TEMPERATURAS CARDINAIS E ESTRESSE SALINO
metadata.dc.creator: LEMES, E. Q.
Keywords: 1;Semente Qualidade;2;Germinação;3;Salinidade;4;Tem
Issue Date: 11-Jul-2011
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: LEMES, E. Q., QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE PAINEIRA EM FUNÇÃO DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO, TEMPERATURAS CARDINAIS E ESTRESSE SALINO
Abstract: LEMES, Eliane de Queiroz. Qualidade fisiológica de sementes de paineira em função do estádio de maturação, temperaturas cardinais e estresse salino. 2011. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) Universidade Federal do Espírito Santo, Alegre-ES. Orientador: Prof. Dr. José Carlos Lopes. Objetivou-se com este trabalho estudar a maturação fisiológica de sementes de paineira (Ceiba speciosa St. Hil.) na região serrana do Caparaó, estudar a germinação dessas sementes sob diferentes temperaturas e avaliar o comportamento germinativo das sementes de paineira e o desenvolvimento de plântulas normais e anormais sob diferentes condições de estresse salino simulado com NaCl. Os estudos foram conduzidos na região Serrana do Caparaó, município de Guaçui - ES, onde as arvores foram etiquetadas na antese floral e acompanhado o enchimento dos frutos e desenvolvimento das sementes até que atingisse a completa maturação, a coleta dos frutos foi feita semanalmente e conduzidos ao Laboratório de Tecnologia e Análise de Sementes do Centro de Ciências Agrárias da UFES onde foram avaliadas as características biométricas dos frutos e das sementes, coloração do fruto e das sementes; umidade, massa fresca, massa seca e germinação das sementes. Para o estudo das temperaturas cardinais os testes de germinação foram realizados com quatro sub-amostras de 25 sementes, colocadas em placas de Petri forradas com papel germitest, mantidas em câmaras tipo BOD, onde foram testadas as seguintes temperaturas constantes: 05, 07, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 ºC. Para avaliar a germinação e o desenvolvimento das plântulas em diferentes concentrações de NaCl os tratamentos foram constituídos pelos potenciais osmóticos: 0,0 (controle); -0,2; -0,4; -0,6 e -0,8 MPa. A germinação e o vigor das sementes foram avaliados pela germinação, primeira contagem, índice de velocidade de germinação tempo médio de germinação, freqüência relativa de germinação, comprimento parte aérea e comprimento de raiz, massa fresca e massa seca das plântulas e caracterização morfológica das plântulas normais e anormais. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições de 25 sementes. Foram ajustadas equações de regressão para as principais características avaliadas, os dados expressos em porcentagem foram transformados em arc-sen e as médias comparadas pelo teste de Scott Knott e Tukey em nível de 5% de probabilidade. A colheita de sementes de Ceiba speciosa pode ser iniciada aos 163 dias (22 semanas) após a antese, nesta fase as sementes se apresentavam com a coloração marrom escuro e com teor de umidade de aproximadamente 37% e porcentagem de germinação de 87%. As sementes coletadas na região do Serrana do Caparaó apresentou ampla faixa de germinação entre as temperaturas, sendo a temperatura ótima para essa espécie a de 25 e 30 °C. A salinidade causou decréscimos nos valores das variáveis analisadas no teste de germinação. A Paineira é considerada glicófita, com limite máximo de tolerância ao NaCl até -0,6 MPa. Palavras-chave: Ceiba speciosa, sementes, germinação, plântulas, salinidade.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4966
Appears in Collections:PPGCF - Dissertações de Mestrado

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
tese_4934_.pdf774.59 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.