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Title: ANÁLISE OPERACIONAL DA COLHEITA FLORESTAL NO SUL DA BAHIA
metadata.dc.creator: CARMO, F. C. A.
Keywords: Colheita florestal mecanizada;Tempos e Movimentos;Planejam
Issue Date: 22-Feb-2013
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: CARMO, F. C. A., ANÁLISE OPERACIONAL DA COLHEITA FLORESTAL NO SUL DA BAHIA
Abstract: CARMO, Flávio Cipriano de Assis. Análise operacional da colheita florestal no sul da Bahia. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) Universidade Federal do Espírito Santo, Jerônimo Monteiro-ES. Orientador: Prof. Dr. Nilton César Fiedler. Coorientador: Profª. Drª. Elizabeth Neire da Silva Oliveira de Paula. Objetivou-se com esta pesquisa realizar uma análise operacional das atividades de colheita florestal em plantios de eucalipto no sul da Bahia. No estudo foram avaliados os três módulos de colheita florestal e os três turnos de trabalho de uma empresa florestal. As máquinas utilizadas foram dois modelos de colhedor florestal (harvester), e dois modelos de trator florestal autocarregável (forwarder). De acordo com os resultados da análise dos tempos operacionais, as atividades que maior representaram os tempos operacionais foram as pausas para refeições (média de 69,41% dos tempos acessórios), abastecimento com diesel (média de 41,77% dos tempos auxiliares), aguardando peças e insumos para o harvester (média de 34,18% dos tempos improdutivos), falta de frente de serviço para o forwarder (média de 41,83% dos tempos improdutivos) e manutenções referentes à maquina base (média de 68,83% dos tempos de manutenção). Em relação aos módulos, o módulo 3 foi o que apresentou o pior resultado com tempos produtivos (média de 61,12% dos tempos operacionais). O primeiro turno (manhã) foi o que apresentou pior resultado de operação para ambas as máquinas (média de 60,02% para harvester e 56,65% para o forwarder). Em relação ao aumento de produtividade das máquinas, foi possível com a eliminação dos tempos improdutivos aumentar a produção do harvester e do forwarder, além de reduzir o custo final da madeira. Verificou-se que existe uma ineficiência na utilização do potencial de carga do forwarder. Desse modo, aumentando a caixa de carga até atingir o limite de peso recomendado pelo fabricante da máquina pode-se elevar sua produtividade. Pela análise de produtividade do forwarder em relação às distâncias médias de extração, concluiu-se que até 200 metros de extração não existe diferença significativa de produtividade. Palavras-chave: Colheita florestal mecanizada, Tempos e Movimentos, Planejamento Florestal.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/4999
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