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Title: Ansiedade e estratégias de enfrentamento adotadas pelas mulheres com diagnóstico de câncer de mama em tratamento quimioterápico
metadata.dc.creator: Silva, Araceli Vicente da
Keywords: Mamas - Câncer;Adaptação psicológica;Quimioterapia;Ansiedade
Issue Date: 29-Jul-2015
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Abstract: Objetivos: identificar o traço e o estado de ansiedade e as estratégias de enfrentamento psicológico adotadas pelas pacientes com câncer de mama e examinar as suas relações com as variáveis sociodemográficas e clínicas, e correlacionar as estratégias de enfrentamento adotadas com o traço e estado de ansiedade. Metodologia: trata-se de um estudo descritivo do tipo corte transversal, desenvolvido no setor de quimioterapia do ambulatório Ylza Bianco, que pertence ao Hospital Santa Rita de Cássia, localizado no município de Vitória, ES. A amostra é composta, de forma aleatória, por 307 mulheres com câncer de mama em tratamento quimioterápico endovenoso prévio, adjuvante ou paliativo. Os dados foram coletados por meio de entrevista, utilizou-se a Escala de Modo de Enfrentamento de Problemas (EMEP) e do Inventário de Ansiedade (A-Traço) e Estado (B-Estado) – IDATE. Para análise estatística utilizou-se o SPSS versão 19.0. Resultados: 60,9% das pacientes demonstraram ter baixo nível do traço de ansiedade e 91,5% baixo nível do estado de ansiedade. A estratégia de enfrentamento mais utilizada pelas pacientes foi o enfrentamento com foco no problema, seguida pelo foco na religião, sendo o enfrentamento com foco no suporte social e na emoção os menos utilizados. As correlações do traço de ansiedade e estratégias de enfrentamento com foco no problema (p < 0,000); com foco na emoção (p < 0,000); o estado de ansiedade com enfrentamento com foco no problema (p = 0,001); e com foco na emoção (p = 0,004) demostraram ser significativas. Conclusão: as variáveis sociodemográficas e clínicas influenciam de maneira direta no nível de ansiedade e na escolha da estratégia de enfrentamento a ser adotada pelas pacientes. Verificou-se que a estratégia de enfrentamento eleita pelas mulheres tem relação direta com o seu estado e seu traço de ansiedade. Os profissionais devem conhecer a correlação existente entre o enfrentamento e a ansiedade, para desenvolver medidas a implementar para ajudar os pacientes a eleger estratégias eficientes de enfrentamento e, como consequência, reduzir o nível de ansiedade.
Objectives: To identify the trait and state anxiety and psychological coping strategies for patients with breast cancer, and to examine its relationship with sociodemographic and clinical variables, and to correlate the coping strategies adopted with the trait and state anxiety. Methodology: This is a descriptive crosssectional study, developed in the chemotherapy Ylza Bianco outpatient sector of the Hospital Santa Rita, located in Vitória / ES. The sample was randomly taken, and was composed by 307 women with prior breast cancer intravenous chemotherapy, either adjuvant or palliative. Data was collected through interviews, and the Confront Problems Mode Scale (EMEP) and the Anxiety Inventory (A-Trait) and State (State B) – IDATE scales were used. For statistical analysis, the SPSS program, version 19.0, was used. Results: 60.9% of patients were found to have low levels of trait anxiety, and 91.5% low level of the state of anxiety. The coping strategy most used by patients was coping focused on the problem, followed by focus on religion, and the coping strategies focused on social support and emotion were the least used. A significant correlation of trait anxiety and coping strategies focused on the problem (p<0,000); with focus on emotion (p<0,000); state of anxiety with coping focused on the problem (p=0,001 ); and with focus on emotion (p=0,004) was proved. Conclusion: The socio-demographic and clinical variables influence in a direct way in the level of anxiety and choice of coping strategy to be adopted by patients. It was found that the coping strategy chosen by women is directly related to their state and trait anxiety. Providers should know the correlation between coping and anxiety to develop measures to implement and help patients to choose efficient strategies for coping and, as a consequence, reducing the level of anxiety.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5268
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