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Title: Estratégias de Enfrentamento Vivenciadas Por Mulheres Com Diagnósticode Cancêr de Mama em Uso de Tamoxifeno
metadata.dc.creator: LEITE, F. M. C.
Keywords: Neoplasia de mama;Adaptação;Tamoxifeno;
Issue Date: 7-Nov-2008
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: LEITE, F. M. C., Estratégias de Enfrentamento Vivenciadas Por Mulheres Com Diagnósticode Cancêr de Mama em Uso de Tamoxifeno
Abstract: A neoplasia mamária gera na mulher um conjunto de esforços cognitvos e comportamentais que tem como objetivo desencadear estratégias de enfrentamento a fim de lidar com as demandas internas e externas. Por ser um processo dinâmico e exigir respostas em cada fase da doença torna-se fundamental que a mulher adquira habilidades de enfrentamento para lidar com o contexto estressante da doença. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivos: identificar as estratégias de enfrentamento vivenciadas por mulheres com diagnóstico de câncer de mama em uso de tamoxifeno e examinar a relação entre as modalidades de enfrentamento e as variáveis sócio-demográficas, clínicas e ginecológicas. Trata-se de um estudo descritivo, transversal de caráter quantitativo. Foram entrevistadas 270 mulheres atendidas no ambulatório do Hospital Santa Rita de Cássia, Vitória-ES. Para coleta dos dados foi utilizada a técnica de entrevista com registro em formulário, Escala de Modo de Enfrentamento de Problema e instrumento de classificação econômica (ABEP). A variável estadiamento foi obtida tendo como fonte o prontuário. Os dados foram analisados por meio do Pacote Estatístico para Ciências Sociais (SPSS) versão 13.0 (2004). Os resultados demonstram que a estratégia de enfrentamento focado no problema é a mais utilizada pelas mulheres e as variáveis idade, escolaridade, local de residência, renda familiar, PREMMA, efeitos colaterais quanto ao uso do tamoxifeno, classe econômica, tipo de tratamento, fase de início do tratamento e estadiamento influenciam quanto ao tipo de estratégia de enfrentamento utilizada uma vez que apresentaram significância estatística (p<0,0001). Verificou-se que aspectos sócio-demográficos e clínicos podem influenciar no tipo de estratégia predominantemente utilizada pela mulher, visto que os mesmos podem ser fatores estressores percebidos no dia-a-dia.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5412
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