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Title: Qualidade de Vida dos Agentes Comunitários de Saúde do Município de Vitória-ES
metadata.dc.creator: BASTOS, G. M.
Issue Date: 30-Sep-2009
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: BASTOS, G. M., Qualidade de Vida dos Agentes Comunitários de Saúde do Município de Vitória-ES
Abstract: Os agentes comunitários de saúde (ACS) no desenvolvimento do seu trabalho estão suscetíveis á desgates físicos e psicológicos que podem comprometer sua qualidade de vida bem como a qualidade do serviço prestado à comunidade. Com o objetivo de identificar fatores sociodemográficos associados a qualidade de vida (QV) dos ACS da estratégia saúde da família do município de Vitória-ES, foi realizado um estudo descritivo e analítico de corte transversal com abordagem quantitativa, do qual participaram 241 ACS. Foram analisadas variavéis sociodemográficas através de um questionário semi-estruturado baseado no Instituto Brasileiro de Geografia e o questionário WHOQOL-Bref para a avaliação da qualidade de vida. Os ACS do Município de Vitória- ES foram caracterizados como maioria do sexo feminino, prevalecendo a faixa etária de 30 a 39 anos; casados, ensino médio completo, da raça/cor parda e possuíam religião. Em relação à QV os ACS avaliaram-na como boa. Os domínios físico, relações sociais e a avaliação global foram os que apresentaram maior pontuação máxima enquanto o domínio meio ambiente foi o que apresentou menor pontuação. As facetas do domínio meio ambiente: ambiente físico (poluição/ruído/trânsito/clima); recursos financeiros (salário); oportunidades de adquirir novas informações e habilidades e oportunidades de recreação/lazer foram os que tiveram menores escores. No presente estudo, a chance dos profissionais terem baixa qualidade de vida foi associada significativamente, em todos os domínios, com a região de saúde onde os ACS trabalhavam, com maior risco para os que trabalhavam na região de saúde do Centro. Os agentes comunitários que apresentaram maior risco de ter baixa qualidade de vida no domínio físico foram os que estavam trabalhando na região de saúde de São Pedro. No domínio psicológico os que trabalhavam na região de saúde do Centro; não possuíam religião e que tinham entre 30 a 39 anos. Com relação ao domínio relações sociais os ACS que apresentaram maior risco foram os que trabalhavam na região de saúde do Centro e apresentavam estado marital separado e por fim no domínio meio ambiente os que trabalhavam na região de saúde de São Pedro, possuíam estado marital viúvo e de etnia parda. Considerando a importância do trabalho realizado pelos ACS é notória a necessidade de debates e formulação de estratégias que visem à garantia da qualidade de vida e qualidade de vida no trabalho e conseqüente qualidade no serviço prestado a população.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5420
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