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Title: Fitorremediação de solo contaminado com sulfentrazone em função da densidade populacional de Canavalia ensiformis e Crotalaria juncea
Other Titles: Phytoremediation of soil contaminated with sulfentrazone as a function of population density of Canavalia ensiformis and Crotalaria juncea
metadata.dc.creator: Ferraço, Mariana
Keywords: Adubos verdes;Feijão-de-porco;Crotalária juncea;Pennisetum glaucum;Herbicida;Green manures;Jack bean;Madras hemp;Pennisetum glaucum;Herbicide
Issue Date: 27-Apr-2012
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: FERRAÇO, Mariana. Phytoremediation of soil contaminated with sulfentrazone as a function of population density of Canavalia ensiformis and Crotalaria juncea. 2012. 69 f. Dissertação (Mestrado em Agricultura Tropical) - Universidade Federal do Espírito Santo, São Mateus, 2012.
Abstract: The objective of this study was to evaluate the influence of population density of Canavalia ensiformis (jack bean) and Crotalaria juncea (madras hemp) on phytoremediation of soil contaminated with the herbicide sulfentrazone. The experiment was conducted in green-house, in a randomized block design in 4 x 3 factorial design with four replications. The treatments consisted of combinations of four densities of the species phytoremediator C. ensiformis (0, 10, 20 and 40 plants m-2) and C. juncea (0, 60, 120 and 240 plants m-2) and three doses of sulfentrazone (0, 200 and 400 g ha-1). The pots were filled with fertilized soil and subsequently were applied herbicide. Eight days after the application proceeded to the sowing of the species used as phytoremediation. At 21 and 75 days after emergence (DAE) of plants, evaluations were made of height (cm). At 75 DAE, the plants were cut and immediately weighed to obtain fresh mass (g) of the shoot. Soon after, all this material was frozen for bioassay and determination of residues of sulfentrazone in shoots analyzed by high performance liquid chromatography (HPLC). After cutting the plants Soil samples were removed and root of all vessels from two layers, 0-10 and 10 to 20 cm to determine the persistence of herbicide using chromatography. In this same period, made in the same pot, sowing of species bioindicator the presence of sulfentrazone in soil, Pennisetum glaucum. At 25 and 42 DAE P. glaucum evaluated the toxicity by the herbicide and height at 42 DAE was determined fresh and dry weight of shoot and root. In parallel, another bioassay was conducted, for which an extract produced with a fraction of the aerial part of C. ensiformis and C. juncea previously stored. It was placed in pots containing washed sand. The P. glaucum was sown and then at 15 and 30 DAE evaluated the toxicity by the herbicide and height at 30 DAE determined the fresh weight and dry shoot and root. Another part of the frozen materials were used for residues of sulfentrazone. Soil were determined by extraction using 80 ml of methanol for every 40 g of soil, after stirring for 16 h. For determination of the herbicide in the shoots and roots of plants Phytoremediator the plant material was subjected to extraction by maceration with methanol. The prior cultivation Phytoremediator C. ensiformis and C. juncea promoted the remediation of sulfentrazone. The density minimum C. ensiformis and C. juncea enabling the development of P. glaucum is 20 to 120 plants m-2 respectively. The extract of C. ensiformis and C. juncea was not phytotoxic to P. glaucum indicating that these species can be used as green manures sulfentrazone after the soil remedying. No residual herbicide was found in shoots and roots of C. juncea. Only it was detected residues of sulfentrazone the shoots of C. ensiformis when it was applied to the soil 400 g ha-1 of this herbicide
Objetivou-se neste trabalho avaliar a influência da densidade populacional de Canavalia ensiformis (feijão-de-porco) e Crotalaria juncea (crotalária juncea) sobre a fitorremediação de solo contaminado com o herbicida sulfentrazone. O experimento foi conduzido em casa-de-vegetação, em blocos casualizados, em esquema fatorial 4 x 3, com quatro repetições. Os tratamentos foram compostos pela combinação de quatro densidades populacionais das espécies fitorremediadoras C. ensiformis (0, 10, 20 e 40 plantas m-2) e C. juncea (0, 60, 120 e 240 plantas m-2) e três doses do herbicida sulfentrazone (0, 200 e 400 g ha-1). Os vasos foram preenchidos com o solo adubado, e posteriormente aplicou-se o herbicida. Oito dias após aplicação procedeu-se a semeadura da espécie utilizada como fitorremediadora. Aos 21 e 75 dias após a emergência (DAE) das plantas, foram realizadas as avaliações de altura. Aos 75 DAE, as plantas foram cortadas e imediatamente pesadas para obtenção da biomassa fresca da parte aérea. Logo em seguida, todo esse material foi congelado para bioensaio e determinação de resíduos de sulfentrazone na parte aérea analisado por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE). Após o corte das plantas, foram retiradas amostras de solo e raiz de todos os vasos em duas profundidades, 0 a 10 e 10 a 20 cm, para determinação da persistência do herbicida utilizando-se cromatografia. Neste mesmo período, efetuou-se no próprio vaso, a semeadura da espécie bioindicadora da presença do sulfentrazone no solo, Pennisetum glaucum. Aos 25 e 42 DAE do P. glaucum avaliou-se a intoxicação pelo herbicida e altura e aos 42 DAE determinou-se a biomassa fresca e seca da parte aérea e raiz. Paralelamente, conduziu-se outro bioensaio, para o qual produziu-se um extrato com uma fração da parte aérea das plantas de C. ensiformis e C. juncea armazenadas anteriormente. O mesmo foi colocado em potes contendo areia lavada. O milheto foi semeado em seguida e aos 15 e 30 DAE avaliou-se a intoxicação pelo herbicida e altura e aos 30 DAE determinou-se a biomassa fresca e seca da parte aérea e raiz. Outra parte dos materiais foi empregada para determinação dos resíduos de sulfentrazone. No solo, os resíduos foram determinados por extração com o uso de 80 mL de metanol para cada 40 g de solo, após agitação por 16 h. Para determinação do herbicida na parte aérea e raiz das plantas fitorremediadoras, o material vegetal foi submetido à extração por maceração com metanol. O cultivo prévio das espécies fitorremediadoras C. ensiformis e C. juncea promoveu a remediação do sulfentrazone. A densidade populacional mínima de C. ensiformis e C. juncea que possibilitam o desenvolvimento do P. glaucum é de 20 e 120 plantas m-2 respectivamente. O extrato de C. ensiformis e C. juncea não foi fitotóxico para o milheto indicando que essas espécies podem ser utilizadas como adubos verdes após remediar o sulfentrazone no solo. Não foi encontrado residual do herbicida na parte aérea e raiz de C. juncea. Somente detectaram-se resíduos de sulfentrazone na parte aérea de C. ensiformis quando foi aplicado no solo 400 g ha-1 deste herbicida
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5595
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