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Title: Dinâmica versus estática no programa de pesquisa pós-keynesiano
metadata.dc.creator: Krakowiak, Sérgio
Keywords: não-ergodicidade;incerteza;expectativas;instabilidade;equilíbrio;non-ergodicity;uncertainty;expectations,instability, equilibrium
Issue Date: 13-Sep-2006
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: KRAKOWIAK, Sérgio. Dinâmica versus estática no programa de pesquisa pós-keynesiano. 2006. 92 f. Dissertação (Mestrado em Teoria economica; Economia da inovação; Economia regional; Métodos quantitativos) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2006.
Abstract: The first chapter underlines the fact that economic science is provided with two different paradigms. One accepts the ergodicity hypotesis while the other does not. In a strict sense, this hypothesis refers to the possibility of making relyable statistical forecasts. However, in a broader sense it is tyed up with the notion of the immutability of the economic laws, and pre-determination of the reality. Economic schools o thought that postulates full employment equilibrium as a necessary achievement, are inserted in the ergodic paradigm. Keynes and Post-Keynesian theories are non ergodic. These schools postulate that future is fundamentally uncertain. The levels of employment and income are given by the short and long run expectations, the interest rate and propensity to consume, all historical variables. There is no necessary convergence process to the full employment equilibrium; and they hardly converge to the equilibrium, even when it is below full employment. The shifting equilibrium model, shows that a single error in the short run expectations is capable of rising a systematic sequence of disiquilibrium among realized agregate demand and agregate supply. Harrod s model (considered by Kregel [1980] a variant of the Keynes` model). Exhibits the same results.
No primeiro capítulo, sublinhamos o fato de que na ciência econômica podem ser encontrados dois paradigmas distintos ligados à hipótese da ergodicidade e da não ergodicidade. Em termos estritos, a hipótese da ergodicidade refere-se à capacidade de previsão estatística. Porém de uma forma abrangente pode-se associar o conceito à natureza imutável das leis regentes dos sistemas e à pré-determinação da realidade. Escolas econômicas que crêem ser o equilíbrio de pleno emprego um estado natural para o qual a economia converge invariavelmente pertencem a este paradigma. Keynes e os Pós-keynesianos inserem-se no paradigma não ergódigo. Estas escolas cultivam a concepção de que o futuro é fundamentalmente incerto, e que os níveis de produto e de emprego são dados em função das expectativas de curto e longo prazo, da taxa de juros e da propensão a consumir, ou seja, determinados por variáveis passíveis de modificação no tempo histórico. Não há convergência pré-determinada ao equilíbrio de pleno emprego e dificilmente atingem ou mantém-se em equilíbrio, mesmo quando este se situa abaixo do pleno emprego. O modelo de equilíbrio móvel, mostra que a partir de uma frustração inicial das expectativas de curto prazo, haverá desequilíbrio sistemático entre a oferta agregada e a demanda agregada realizada. O mesmo resultado é evidenciado no modelo de Harrod, que segundo Kregel (1980) constitui uma variante do modelo de Keynes.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5971
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