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Title: Clarice Lispector nos confins do simbólico, a invenção do sujeito
metadata.dc.creator: Ferreira, Leda Mara
Keywords: Narrativa;Linguagem;Ficção;Sujeito;Lenguaje;Ficción;Sujeto
Issue Date: 29-Jun-2011
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: FERREIRA, Leda Mara. Clarice Lispector nos confins do simbólico, a invenção do sujeito. 2011. 97 f. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Estudos Literários) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011.
Abstract: Este tabajo analiza la narrativa de Clarice Lispector a través del discurso literario y discurso psicoanalítico. Las obras selecionadas para uma mayor profundizaciónson fueron los cuentos "Miopía progresiva", "Legión extranjera", que forman parte del libro Felicidad clandestina y el cuento "Amor", del libro Lazos familiares. Utilizamos algunos conceptos de la teoría psicoanalítica, especialmente los tres registros lacanianos para localizar y desarrollar un punto de ruptura recurrente da narrativa de Clarice, que llamamos los confines de el simbólico, como el lugar de la invención del sujeto. Borde o litoral entre lo Real y lo Simbólico, momento de la lenguage ambíguo porque toca el límite donde el sentido vacila y el nuevo se anuncia como virtualidad, este es el lugar originário del sujeto. Les personajes de Clarice Lispector son varias veces lanzados en la ambigüedad de este punto que ilustra, en la interface de los discursos, literario y psicoanalítico, el saber acerca del sujeto de la lenguaje, que es también el sujeto del inconsciente
Este trabalho aborda a narrativa de Clarice Lispector através de uma articulação entre o discurso literário e o discurso psicanalítico. As obras selecionadas para maior aprofundamento foram os contos Miopia progressiva , A legião estrangeira , que fazem parte do livro Felicidade clandestina e o conto Amor , do livro Laços de família. Utilizamos alguns conceitos da teoria psicanalítica, principalmente os três registros lacanianos para situar e elaborar um ponto de ruptura recorrente da narrativa de Clarice, que denominamos confins do simbólico, como lugar da invenção do sujeito. Borda ou litoral situada entre o Real e o Simbólico, momento ambíguo da linguagem, porque toca o limite onde o sentido vacila e o novo se anuncia como virtualidade, este é o lugar originário do sujeito. Os personagens de Clarice Lispector se encontram repetidamente lançados na ambiguidade deste ponto que ilustra, na interface dos discursos, Literário e Psicanalítico, o saber sobre o sujeito da linguagem, que é também o sujeito do inconsciente
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6449
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