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Title: A matéria do nada : potências, flutuações e experiência no nada poético de Carlos Drummond de Andrade
metadata.dc.creator: Corrêa, Danilo Barcelos
Keywords: Carlos Drummond de Andrade;Nada;Poema;Poesia;Poeta;Ser;Linguagem;Tempo;Silêncio;Carlos Drummond de Andrade;Nothingness;Poem;Poetry;Poet;Self;Language;Time;Silence
Issue Date: 11-Apr-2011
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: CORRÊA, Danilo Barcelos. A matéria do nada : potências, flutuações e experiência no nada poético de Carlos Drummond de Andrade. 2011. 129 f. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Estudos Literários) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011.
Abstract: Carlos Drummond de Andrade, in his poems, reflects aesthetically about the self, time and language, silencing his readers so power over nothing acts on them. To think about nothingness s matter in the poet s poems is treading a path in his thinking, feeling poetically as he shows, "the power of speech and silence" of his verses creating the self. Analyzing his poems as the poet reflects on the twentieth century and its major problems, in tune with the different disciplines of knowledge and central issues of that time period. By checking this it is understood how the poet conceives the concepts of poem, poetry, time and silence. Establishing these points it becomes possible to see how poems effect and suspend the self in nothingness, unmaking and remaking the self in the poetic thought of Drummond
Carlos Drummond de Andrade, em seus poemas, pensa esteticamente o ser, o tempo e a linguagem, silenciando seus leitores para que neles se opere a força do nada. Pensar a matéria do nada nos poemas do poeta é trilhar um caminho em seu pensamento, tateando, como poeticamente ele o faz, o poder de palavra e o poder de silêncio de seus versos para fundar o ser. Verificamos, ao analisar seus poemas, como o poeta reflete seu tempo e seus problemas maiores, afinado com as diversas disciplinas do saber e com as questões centrais de sua época. A partir disso, verifica-se o que entende o poeta por eu, poema, poesia, tempo e silêncio. Estabelecidos estes pontos, torna-se possível perceber como os poemas nos angustiam e nos suspendem no nada, desfazendo-nos e refazendo-nos no pensar poético de Drummond
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6455
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