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Title: O eterno feminino retorno : Marias, Evas e Liliths no discurso de (des)sacralização saramagueano
metadata.dc.creator: Souza, Aline Prúcoli de
Keywords: Feminino;Religião;Eterno Retorno;Femenino;Religión;Eterno Retorno;Saramago, José, 1922-2010
Issue Date: 3-Mar-2011
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: SOUZA, Aline Prúcoli de. O eterno feminino retorno : Marias, Evas e Liliths no discurso de (des)sacralização saramagueano. 2011. 227 f. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Estudos Literários) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011.
Abstract: Con base en la obra de José Saramago, analizamos la relación conflictante entre el femenino y la religión cristiana. Para ello elegimos las novelas: Terra do Pecado, O Evangelho Segundo Jesus Cristo e Caim, por juzgar que, en ésas, la ya dicha temática aparece con mayor intensidad. No obstante, no hemos dejado de considerar otros libros del autor que, también, plantean esta cuestión. Utilizando conceptos de la teoría posmoderna, de cuyos representantes destacamos Linda Hutcheon e Gianni Vattimo, procuramos comprender cómo se estabelecieron las conexiones que dieron la relación femenino religión un sentido de (des) sacralización.. Por haber comprobado en nuestro corpora la existencia de un movimiento cíclico, que ofrece un sentido de (re)visión paródica y carnavalesca, esforzámonos en reflexionar sobre el proceso de despliegue de su obra. A partir de conceptos teóricos, principalmente de Nietzsche y Deleuze, observamos cómo se inscriben las concepciones del eterno retorno y de la diferencia y repetición , mientras mecanismos de (re)lectura cíclica del discurso literario saramagueano. Y, en ese sentido, verificamos la manera cómo ocurrió la (re)inserción del femenino, como elemento de desarticulación, en la composición dogmática patriarcal. En la obra de iniciación literaria de Saramago, Terra de pecado, encontramos, en los personajes Maria Leonor y Benedita, un hilo que nos auxilió a percorrer lo exterior humano, en un viaje de (re)lectura y comprensión. Penetramos, a partir de O Evangelho Segundo Jesus Cristo, guiados por Maria Nazaré e Maria Magdal, en un labirinto interior, donde hemos permanecido hasta encontrar una puerta de salida. En Caim, con la ayuda de eva y Lilith, hemos entrevisto una hendidura, a través de la cual hemos buscado salir para libertar las voces de todos los personajes. Liamos las puntas del hilo orientador, considerando lo femenino como clave para la apertura y cierre de aquello que, para nosotros se configuró como el gran ciclo de la escrita saramaguena
Com base na obra de José Saramago, analisamos a relação conflitante entre o feminino e a religião cristã. Privilegiamos os romances Terra do Pecado, O Evangelho Segundo Jesus Cristo e Caim, por entendermos que nesses a temática seja discutida com maior intensidade. No entanto, não deixamos de considerar outros livros do autor que também trazem à tona esta questão. Ao lançarmos mão de conceitos da teoria pós-moderna, de cujos representantes destacamos Linda Hutcheon e Gianni Vattimo, procuramos compreender como se estabeleceram as conexões que deram à relação feminino-religião um sentido de (des)sacralização. Por termos constatado em nosso corpora a existência de um movimento cíclico, que oferece um sentido de (re)visão paródica e carnavalesca, empenhamo-nos em refletir sobre o processo de desdobramento de sua obra. A partir de conceituações teóricas, principalmente de Nietzsche e Deleuze, observamos como se inscreveram as concepções de eterno retorno e de diferença e repetição , enquanto mecanismos de (re)leitura cíclica do discurso literário saramagueano. E, nesse sentido, verificamos como ocorreu a (re)inserção do feminino, enquanto elemento de desarticulação, na composição dogmática patriarcal. Na obra de iniciação literária de Saramago, Terra do Pecado, encontramos, nas personagens Maria Leonor e Benedita, um fio que nos auxiliou a percorrer o exterior humano, em uma viagem de (re)leitura e compreensão. Adentramos, a partir de O Evangelho Segundo Jesus Cristo, guiados por Maria de Nazaré e Maria de Magdala, um labirinto interior, onde permanecemos até encontrar uma nova porta de saída. Em Caim, com a ajuda de Eva e Lilith, visualizamos uma abertura, através da qual saímos para libertar as vozes de todos os personagens. Atamos as pontas do fio orientador, considerando o feminino como chave para abertura e fechamento daquilo que, para nós, configurou-se como o grande ciclo da escrita saramagueana
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6456
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