Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6655
Title: Uma vida chamada luta, um sonho chamado terra : juventude rural e processos identitários
metadata.dc.creator: Aride, Fabrícia Rodrigues Amorim
Keywords: Jovens rurais;Movimento Sem Terra;Identidade;Estereótipos;Rural youth;Landless Movement;Identity;Stereotypes
Issue Date: 30-Aug-2011
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: ARIDE, Fabrícia Rodrigues Amorim. Uma vida chamada luta, um sonho chamado terra : juventude rural e processos identitários. 2011. 105 f. Dissertação (Mestrado em Processos Psicossociais; Processos de Desenvolvimento; Psicologia Social e Saúde) - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011.
Abstract: As the borders between rural and urban zones tend to vanish and different cultural worlds get mixed, the socio-economic difficulties make life a hardship for whoever lives from agriculture. The rural youth emerges as a population deeply affected by these processes. For a long time, this population has not been the object of academic research in Brazil. Based on the Theory of Social Identities this research, therefore, seeks to know the possible differences of identity processes among young rural residents in a settlement from the Movement of Landless Rural Workers and young rural children of small farmers, and residents in interior Castelo. We interviewed twenty students of the Programa ProJovem Campo Saberes da Terra Capixaba, aged between fourteen and twenty-five years. The results indicated that contact of the rural youth with different backgrounds, and social groups has a direct influence in shaping their identities, and stereotypes. We also conclude that there are many factors that contribute to the desire to change young people from the countryside to the city, such as the opportunity to continue their studies, to have leisure options, to seek a better life
No momento em que as fronteiras entre o rural e o urbano diminuem cada vez mais e diferentes universos culturais se interpenetram, as dificuldades socioeconomicas dificultam a vida de quem vive da agricultura, emerge a juventude rural como uma população profundamente afetada por estes processos. População esta que, por muito tempo, passou despercebida das pesquisas acadêmicas brasileiras. Tendo como base a Teoria da Identidade Social esta pesquisa, portanto, busca conhecer as possíveis diferenças dos processos identitários entre os jovens rurais residentes em um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e os jovens rurais, filhos de pequenos produtores rurais, e residentes no interior de Castelo. Foram entrevistados vinte alunos do Programa ProJovem Campo Saberes da Terra Capixaba, com idade entre quatorze e vinte e cinco anos. Os resultados indicaram que o contato dos jovens rurais com diferentes realidades, e grupos sociais influencia diretamente na formação de suas identidades, e de estereótipos. Conclui-se também que muitos são os fatores que contribuem para o anseio de mudança dos jovens do campo para a cidade, como por exemplo, a oportunidade de dar continuidade aos estudos, de ter opções de lazer, de buscar uma vida melhor
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/6655
Appears in Collections:PPGP - Dissertações de mestrado

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Fabricia Rodrigues Amorim Aride - Parte 1.pdf253.5 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.