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Title: Triste e incompleta : uma visão feminina da mulher infértil
Other Titles: Sad and incomplete : a feminine view of the unfertile woman
metadata.dc.creator: Trindade, Zeidi Araújo
Enumo, Sônia Regina Fiorim
Issue Date: 2002
Citation: TRINDADE, Zeidi Araujo; ENUMO, Sônia Regina Fiorim. Triste e incompleta: uma visão feminina da mulher infértil. Psicol. USP, São Paulo, v. 13, n. 2, p. 151-182, 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65642002000200010&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 24 mar. 2011.
Abstract: Este artigo relata resultados de uma pesquisa que teve como objetivo investigar as representações sociais da infertilidade feminina, entre mulheres de diferentes estratos sociais. Foram entrevistadas 180 mulheres, com idade variando entre 18 e 40 anos, sendo 90 moradoras de bairros populares, e 90 moradoras de dois bairros considerados de classe-média. Cada grupo foi dividido em 3 subgrupos: a) 30 mulheres casadas, com pelo menos um filho biológico; b) 30 mulheres casadas há pelo menos 1 ano, sem filhos; c) 30 mulheres solteiras, sem filhos. Para a coleta de dados utilizou-se a técnica de associação livre, tendo como expressão geradora "mulher que não pode ter filhos", além de perguntas específicas sobre a temática de interesse. Os dados mostraram como principais elementos do campo representacional tristeza, incompleta, frustração, cobrança dos outros, solidão, pessoa inferior, adoção, busca de soluções e não é problema, confirmando a permanência da concepção da infertilidade como uma condição estigmatizante para a mulher.
ABSTRACT This paper discusses the results of a research aimed at the investigation of social representations of female infertility, among women of different social layers. We interviewed 180 women between 18 and 40 years old, half of them living in low-income neighborhoods and the other half in middle-class neighborhoods. Each group was divided into 3 subgroups: a) 30 married women, with at least one biological child; b) 30 women married for at least a year, without children; c) 30 single women, without children. For data collection, the technique of free association was utilized, the generating expression being "woman who can't have children". Specific questions on the subject of interest were also asked. As main elements of the representational field, data showed sadness, incompleteness, frustration, pressure from others, loneliness, inferiority, adoption, search for solutions and not a problem, all of which reaffirmed the permanence of the infertility concept as a stigmatizing condition for women.
RÉSUMÉ Cet article relate les résultats d'une recherche ayant comme objectif une enquête sur les représentations sociales de la stérilité féminine chez des femmes de différentes couches sociales. On a interrogé 180 femmes d'âge variant entre 18 et 40 ans, dont 90 habitent des quartiers populaires et 90 habitent des quartiers considérés de classes moyennes. Chaque groupe a été divisé en trois sous groupes : a) 30 femmes mariées avec au moins un enfant biologique ; b) 30 femmes mariées depuis au moins un an, sans enfant ; c) 30 femmes célibataires sans enfant. Pour collecter les données et on va utiliser la technique d'associations libres, avec comme expression générique « femme qui ne peut avoir d'enfants », ainsi que des questions spécifiques sur ce thème. Les données ont montré comme éléments principaux du champ de représentation : tristesse, incomplétude, frustration, pression extérieure, solitude, infériorité, adoption, recherche de solutions et « il n'y a pas de problème », ce qui confirme la permanence de la stérilité comme une condition stigmatisant la femme.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/755
ISSN: 0103-6564
Appears in Collections:DPSO - Artigos publicados em periódicos

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