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Title: Acurácia de Quatro Técnicas Radiográficas Intrabucais na Detecção de Desadaptação Entre Implante e Componente Protético
metadata.dc.creator: DAROS, P.
Keywords: radiografia dentária digital;implante dentário;prótese den
Issue Date: 17-Mar-2017
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: DAROS, P., Acurácia de Quatro Técnicas Radiográficas Intrabucais na Detecção de Desadaptação Entre Implante e Componente Protético
Abstract: Desadaptações entre as interfaces implante/componente protético podem comprometer a saúde dos tecidos peri-implantares. A radiografia periapical é um método complementar para detectar essas desadaptações, sendo indicada uma relação ortogonal entre o feixe central de raios X e o conjunto implante-receptor de imagem. Este estudo avaliou a acurácia de quatro técnicas radiográficas intrabucais na detecção de desadaptação entre implante e componente protético. Vinte implantes foram instalados em maxilas prototipadas e componentes UCLAs com cinta metálica foram aparafusados. Foi inserida uma tira de poliéster entre as interfaces (grupo 50 µm) e três tiras de poliéster (grupo 150 µm), simulando desadaptações, para a criação dos grupos; a ausência de tira foi considerada grupo controle. Radiografias periapicais foram realizadas com posicionadores para as técnicas do paralelismo sem guia de orientação e com guia de orientação, da bissetriz e interproximal, totalizando 240 radiografias digitais, que foram avaliadas por quatro implantodontistas. Os testes de comparação de Curvas ROC (Az) e Exato de Fisher foram realizados com nível de significância de 5%. Valores de diagnóstico (sensibilidade, especificidade, acurácia, valores preditivos positivo e negativo) também foram obtidos. O teste Kappa foi utilizado para mensurar as reprodutibilidades intra e interexaminadores, as quais variaram de substancial a quase perfeita e de moderada a substancial, respectivamente. Todos os valores de diagnóstico foram menores para a técnica da Bissetriz nos dois grupos com desadaptação. Os valores de Az para a técnica da bissetriz foram significativamente menores do que aqueles obtidos para as outras três técnicas (p < 0,05), as quais não tiveram diferença entre si. A desadaptação do grupo 150 µm foi mais facilmente detectada do que a do grupo 50 µm apenas para a técnica da bissetriz (p&#706; 0,05). Concluiu-se que as técnicas do paralelismo (com e sem guia de orientação) e interproximal foram as mais precisas para avaliar desadaptações na interface implante/componente protético. A técnica da bissetriz não deve ser utilizada clinicamente com esta finalidade.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8120
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