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Title: Composição Florística e Estrutura de uma Floresta de Restinga na Planície Costeira do Rio Doce, Linhares, ES
metadata.dc.creator: JESUS, L. M.
Issue Date: 24-Mar-2015
Publisher: Universidade Federal do Espírito Santo
Citation: JESUS, L. M., Composição Florística e Estrutura de uma Floresta de Restinga na Planície Costeira do Rio Doce, Linhares, ES
Abstract: A flora de restinga em diferentes pontos do litoral tem sido bem documentada por diferentes autores ao longo dos anos. Entretanto, existem lacunas sobre a equivalência entre tipos de vegetação fisionomicamente semelhantes, como as florestas de restingas, e suas relações florísticas em diferentes níveis de abrangência na Mata Atlântica que possa permitir uma análise fitogeográfica em busca de padrões mais robustos. Sendo assim, o presente estudo objetivou i) descrever a composição florística e estrutural de um floresta de restinga localizada próxima a foz do rio Doce, ii) verificar se existem relações florśiticas entre a restinga estudada e as diferentes fisionomias encontradas na Mata Atlântica do sudeste brasileiro e iii) identificar as espécies preferências para cada localidade IV) identificar quais são os fatores geoclimáticos que possam ser apontados como preferências para o estabelecimento das espécies para a área estudada. Foram amostrados indivíduos lenhosos, com DAP≥ 5 cm em 50 parcelas de 100 m²,. Foram selecionados levantamentos de diferentes fisionomias do Domínio da Mata Atlântica do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais que constituiu um banco de dados utilizado para revelar os padrões florísticos das áreas comparadas e uma matriz de dados ambientais para correlacionar a ordenação das espécies em virtude de condicionantes ambientais, neste o caso, o clima. Foram amostradas 856 árvores vivas, distribuídas em 189 espécies, 89 gênero, 41 famílias e 26 (3%) árvores mortas, em um total de 0,5 hectares de área amostral. Myrtaceae (29) obteve maior riqueza específica, seguida de Fabaceae (15). O índice de Shannon (H) foi de 4,35. A densidade total foi de 3.528 ind./ha e área basal de 36,58 m²/ha. Simaba subcymosa foi a espécie que apresentou maior VI. Neste fragmento florestal de 2,87 km2 registraram-se 18 táxons com algum grau de ameaça, duas espécies de ocorrência rara e uma espécie nova. Os padrões fisionômicos dos grupos gerados pela similaridade foram distintos. A CCA indicou a correlação da distribuição das espécies em virtude, principalmente, da altitude. Assim, foi possível a separação de grupos de acordo com distância da linha costa e o TWINSPAN indicou as espécies preferências de cada área analisada. As análises florísticas evidenciaram a contribuição dos tabuleiros na composição florística, consequentemente na estrutura da floresta de restinga de Comboios.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/8309
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