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dc.contributor.advisorOLIVEIRA, U. J.
dc.creatorCARDOSO, L. R.
dc.date.accessioned2018-08-01T23:44:49Z-
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:44:49Z-
dc.date.issued2018-04-04
dc.identifier.citationCARDOSO, L. R., O paradoxo de uma existência:a trajetória do Partido Trabalhista Brasileiro no Espírito Santo (1945 1964)por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/9296-
dc.description.abstractA presente dissertação tem como principal objetivo analisar a trajetória e o processo de institucionalização do Partido Trabalhista Brasileiro no Espírito Santo, entre os anos de 1945 e 1964. O estudo encaixa-se na necessidade que existe em se estudar os discursos e práticas políticas da época, visando a preencher uma das lacunas da história política de um estado periférico no desenvolvimento político e econômico nacional. Dessa maneira, propõe-se um estudo que faça diálogo com as teses produzidas no plano nacional sobre o partido, a fim de se detectar as congruências e dissonâncias com o plano local. Para isso, adotou-se como base uma teoria sobre desenvolvimento partidário que contempla as decisões originárias de um partido como elementos cruciais para se apreender toda a sua história subsequente. Dito isso, a pesquisa propôs investigar um projeto político que, em seu programa inicial, se assentou, sobretudo, em bases urbanas e operárias, com um ímpeto reformista e esquerdizante a partir dos anos 1960. Porém, trata-se de estudar esse mesmo projeto em um estado essencialmente agrário e tradicional, em que conviviam as práticas clientelista e um novo paradigma político: a emergência das classes trabalhadoras no cenário político. A hipótese principal é a de que, em um estado tardio e retardatário no que tange ao seu processo de desenvolvimento capitalista, caracterizado também por possuir uma sociedade eminentemente agrária e dominada pelos oligarcas, o PTB capixaba, quando intentou disputar com as oligarquias capixabas, optou pelo fisiologismo, empreguismo e clientelismo. Diante disso, se inicialmente comportou um acentuado crescimento em organização e votos, logo sofreu, durante boa parte de sua trajetória, com disputas de interesses dos mais diversos por cargos e posições nas autarquias estatais. Porém, esse cenário não impediu que lideranças comprometidas com o programa partidário e atentas às demandas dos trabalhadores capixaba, como Mario Gurgel e Ramon de Oliveira Netto, surgissem no partido, embora eles fossem dominados pelas oposições internas e externas ao partido que aderiram ou silenciaram-se diante do golpe e da ditadura civil-militar instaurada a partir de 1964.por
dc.formatapplication/pdfpor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.subjectPartido Trabalhista Brasileiropor
dc.subjectTrabalhismopor
dc.subjectEleiçõespor
dc.subjectPartidospor
dc.titleO paradoxo de uma existência:a trajetória do Partido Trabalhista Brasileiro no Espírito Santo (1945 1964)por
dc.typemasterThesisen
dc.contributor.memberFAGUNDES, P. E.
dc.contributor.memberRIBEIRO, L. C. M.
dc.contributor.memberGRINBERG, L.
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseMestrado em Históriapor
Appears in Collections:PPGHIS - Dissertações de mestrado

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