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dc.contributor.advisorCésar, Janaína Mariano-
dc.date.accessioned2019-07-02T02:13:51Z-
dc.date.available2019-07-01-
dc.date.available2019-07-02T02:13:51Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/11290-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.subjectPovos indígenaspor
dc.subjectTupinikimpor
dc.subjectEpistemologiapor
dc.subjectContra colonizaçãopor
dc.subjectProcesso formativopor
dc.subjectIndigenous peopleseng
dc.subjectFormation processeng
dc.subjectEpistemologyeng
dc.subjectDecolonizationeng
dc.titleEncontros com um Brasil afro-pindorâmico : processo formativo de pesquisa contra colonial em terras indígenas no Espírito Santopor
dc.typemasterThesiseng
dc.subject.udc159.9-
dcterms.abstractEste trabalho de dissertação é fruto de estudo realizado no âmbito da pesquisa “Saberes Tradicionais Indígenas e Produção de Subjetividade: Memória e Políticas de Saúde”, financiada pela CAPES, que envolveu trabalho de pesquisa nas aldeias indígenas do Espírito Santo, com maior ênfase entre o povo Tupinikim. A partir desse campo, a presente pesquisa problematiza as práticas colonialistas que atravessam os processos de produção de conhecimento, e afirma outras bases epistêmicas direcionadas ao fortalecimento dos povos indígenas e alinhadas ao seu pensamento. Dessa maneira, esse trabalho se constitui como processo formativo de pesquisa numa visada contra colonizadora. Realiza-se em encontros com indígenas Tupinikim, privilegiando a leitura de autores indígenas, além das epistemologias aliançadas com os saberes e modos de vida dos povos tradicionais. O texto apresentado trabalha com a história do Espírito Santo, em seus processos de formação histórico-social, constituído pelos povos indígenas. Memórias e histórias invisibilizadas e menorizadas no âmbito do estado e das políticas públicas construídas em seu território. A pesquisa aponta para a importância do cultivo das memórias que se forjam entre os povos indígenas, sustentadas pelo vínculo de pertencimento à terra, geradoras de relações de interação, interdependência, coexistência entre os seres humanos e não humanos. Encontramos nessas relações os processos de transmissão dos saberes tradicionais que são tecidos na inseparabilidade entre natureza e produção cultural. Pesquisar entre os povos indígenas numa perspectiva contra colonizadora sinaliza para o desafio de habitar territórios de fronteiras entre distintas lógicas de vida e conhecimento, que por isso, demanda abertura ao diálogo e um ethos transespecífico.por
dcterms.abstractThis dissertation is the result of a study carried out within the scope of the research "Traditional Indigenous Knowledge and Subjectivity Production: Memory and Health Policies", funded by CAPES, which involved research work in the indigenous villages of the state of Espírito Santo, with a greater emphasis on Tupinikim people. Through this field of research, the study deals with problematizations around Colonialist practices that affect in the processes of knowledge production, and pursues affirmations of other epistemic bases directed to the strengthening of the indigenous peoples and more aligned with their way of living. Thus, this work establishes as a formative process of research in a decolonization theory approach, nourished by meetings with the Tupinikim indigenous peoples and literatures of indigenous authors, with the purpose of fomenting greater engagement and agreement with the epistemologies that form the knowledges and ways of life of traditional peoples. This research goes into the history of the state of Espírito Santo that leads out to its process of social and historical formation constituted by the indigenous peoples, its nearforgotten and lessened memories and histories in the scope of their own history and State history and public policies built in its territory. The research points out to the importance of the development of the customs that are forged among indigenous peoples, sustained by the bond of belonging to the earth, generating relations of interaction, interdependence, coexistence between human beings and nonhumans. From these relations, it was found through research that the processes of transmission of traditional knowledge become inseparable between nature and cultural production. The research among indigenous peoples in decolonization theoretical approach points also to the challenge of inhabiting border territories in different ways of life and knowledge, which therefore requires openness to dialogue and a trans-specific Ethos.eng
dcterms.creatorLeal, Aida Brandão-
dcterms.formattexteng
dcterms.issued2019-04-05-
dcterms.languageporeng
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucionalpor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqPsicologiapor
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucionalpor
dc.contributor.refereeAlvarez, Johnny Menezes-
dc.contributor.refereeGomes, Rafael Silveira-
dc.contributor.refereeFerreira, Adriana Amaral-
dc.contributor.advisor-coHebert, Fábio-
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