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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorOrtega, Antonio Carlos-
dc.date.accessioned2016-08-29T14:10:09Z-
dc.date.available2016-07-11-
dc.date.available2016-08-29T14:10:09Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3004-
dc.format.mediumtexteng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleMoralidade e trapaça: um estudo com crianças de 5 e 10 anospor
dc.typemasterThesiseng
dc.subject.udc159.9-
dc.subject.br-rjbnJuízo (Ética)por
dcterms.abstractEste estudo tem por objetivo investigar, em uma perspectiva psicogenética, a trapaça no que diz respeito à relação entre o juízo hipotético, a observação da ação e o juízo da própria ação de crianças em uma situação de jogos de regras, com base na teoria piagetiana. Participaram desta, 40 crianças de duas escolas particulares do município de Linhares ES, com idades de 5 e 10 anos, distribuídas igualmente de acordo com a idade e o sexo. Realizamos esta pesquisa utilizando os seguintes instrumentos: uma história e um roteiro de entrevista envolvendo a trapaça no Jogo da Velha; o jogo Cara a Cara e um roteiro de entrevista pós jogo Cara a Cara. A pesquisa foi realizada em três fases: (a) juízo hipotético sobre a trapaça, (b) observação da ação da trapaça e (c) juízo a respeito da ação da trapaça. Os resultados nos permitiram observar, quanto ao juízo hipotético sobre trapaça, que ao serem solicitadas a estabelecerem um juízo a respeito da atitude narrada, a totalidade dos participantes disse que o ato de trapacear estava errado, sendo que o maior número de justificativas mencionadas entre as crianças de 5 anos foi argumentos circulares. Em contrapartida, a categoria citada mais vezes pelos participantes de 10 anos foi desobedeceu à regra do jogo. No que concerne à observação, foi possível notar que, na ausência da experimentadora, a trapaça ocorreu mais entre as crianças de 5 anos que entre as de 10 anos. Contrariamente, na presença da experimentadora, não foi verificada diferença relevante na freqüência de trapaça entre as duas idades. Além disso, constatamos uma variedade de comportamentos para trapacear. Em relação ao juízo a respeito da ação da trapaça, notamos que, quando perguntados indiretamente sobre a ação, as crianças de 5 anos fazem menção mais freqüentemente a respeito da trapaça. Do mesmo modo, ao perguntarmos diretamente sobre a atitude mantida durante o experimento, mais crianças de 5 anos dizem ter trapaceado que de 10 anos. Por meio destes resultados, foi possível notar que as crianças sabem que trapacear não é correto, mas muitas trapaceiam e poucas admitem, principalmente entre os mais velhos. Dessa maneira, este trabalho contribui para o estudo da moralidade porque, ao demonstrar a importância da dimensão da ação, pode oferecer subsídios para um trabalho de educação moral.por
dcterms.abstractThis research aims to investigate, in a psychogenetic perspective, the cheating act regarding the relation between the hypothetical trial, the observation of the action and the trial of the action itself of children in a situation of games which rules are involved, based on Piaget’s Theory. 40 children of two private schools of Linhares city – ES participated of this research aged between 5 and 10 years old, equally distributed according to the age and gender. This research was done with the following instruments being utilized: a story and an interview guide involving the cheating act in the Tic Tack Toe game; the Face to Face game and an interview guide posterior to the Face to Face game. The research was done in three steps: (a) hypothetical trial regarding the cheating act, (b) observation of the cheating’s action and (c) trial regarding the cheating’s action. The results permitted us to observe, regarding the hypothetical trial about the cheating act, that from the point they were requested to establish a trial that regards the narrated attitude, the totality of participants said that the cheating attitude was wrong, being the greatest number of justifications mentioned among children aged 5 which was the one of ‘circular arguments’. On the other hand, the category cited most times by the participants aged 10 was ‘disobeyed the rules of the game’. Concerning the observation, it was possible to notice that, during the absence of the experimenter, the cheating occurred more among children aged 5 than among the ones aged 10 years old. On the contrary, in the experimenter’s presence, it wasn’t verified relevant difference in cheating’s frequency between the two ages. Besides, it was found a variety of behaviors in order to cheat. Regarding the relation of the trial which concerns the action of the cheating, it is noted that, when asked indirectly about the action, the children aged 5 years old mention more frequently the cheating matter. Likewise, when asked directly about the attitude kept during the experiment, more children aged 5 said that they cheated than the ones aged 10 years old. Through these results, it was possible to notice that the children know that to cheat is not correct, but many cheat and few admit it, especially among the older ones. This way, this research contributes to the morality’s study because, when it demonstrates the importance of the action’s dimension, it can offer subsidies for a project of moral education.eng
dcterms.creatorPessotti, Alice Melo-
dcterms.issued2010-08-26-
dcterms.subjectDesenvolvimento moralpor
dcterms.subjectJuízo moralpor
dcterms.subjectAção moralpor
dcterms.subjectTrapaçapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqPsicologiapor
dc.publisher.courseMestrado em Psicologiapor
dc.contributor.advisor-coAlencar, Heloisa Moulin de-
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