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dc.contributor.advisorZandonade, Eliana-
dc.date.accessioned2016-08-30T10:50:01Z-
dc.date.available2016-07-11-
dc.date.available2016-08-30T10:50:01Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/5390-
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.subjectRenda familiarpor
dc.subjectEstudos de coortespor
dc.subjectBreastfeedingeng
dc.subjectLactationeng
dc.subjectPacifiereng
dc.subjectMaternal ageeng
dc.subjectFamily incomeeng
dc.subjectCohort studieseng
dc.titleFatores associados ao tempo de aleitamento materno em coorte dos primeiros anos de vidapor
dc.typemasterThesisen
dc.subject.udc614-
dc.subject.br-rjbnAmamentaçãopor
dcterms.abstractEste estudo avalia a associação entre tempo de aleitamento materno e variáveis relacionadas aos aspectos socioeconômicos e condições de saneamento e moradia, aos antecedentes materno-reprodutivos e hábitos comportamentais maternos, além das relacionadas aos aspectos biológicos maternos e infantis. Toma como amostra inicial 86 crianças com idade variando de zero a três meses referendadas por três Unidades de Saúde da Família de Vitória, Espírito Santo. Compreende acompanhamento periódico das crianças por meio de sete visitas domiciliares durante as quais se coletaram dados socioeconômicos, sobre a prática da amamentação, antecedentes maternos e aspectos biológicos infantis e maternos, e, a partir da primeira visita, se orientam as mães sobre a importância da amamentação na biomecânica da morfogênese craniofacial, transição nutricional, higiene bucal, respiração bucal e efeitos deletérios dos hábitos de sucção nutritivos e não-nutritivos. A partir do grupo inicial, permanece acompanhando 67 crianças até a idade média de 30 meses. Realiza o processamento de dados provenientes dos questionários e duas análises estatísticas multivariadas: a) a Regressão Logística, em que são utilizadas como variáveis dependentes o aleitamento materno exclusivo por 3 meses, o aleitamento materno por até 6 meses e o aleitamento materno por até 12 meses e como variáveis independentes aquelas que apresentaram o p-valor menor que 0,10 no teste Qui-quadrado; b) a Regressão de Cox, em que a variável dependente foi o tempo de aleitamento materno e as independentes, as que apresentaram p < 0,10 no teste análise de sobrevivência de LogRank. Por meio dos Modelos de Regressão Logística, demonstra que o uso de chupeta até o 1o mês de vida constituiu-se num fator de risco para a interrupção do aleitamento materno exclusivo até o 3° mês (OR= 5,3: IC95%= 1,1-27,3), e do aleitamento materno até o 6° mês (OR=4,1: IC95%= 1,1-15,3) e até o 12° mês (OR= 4,4: IC95%= 1,5 12,1). Aponta que o aleitamento artificial até o 1o mês de vida é outro preditor de risco para o tempo de aleitamento materno até o 6° mês (OR= 11,9: IC95%= 3,1- 45,8) e até o 12° mês (OR=3,4: IC95%= 1,2-9,5). Aponta também que a idade materna igual ou superior a 35 anos é um fator de proteção para o aleitamento materno até o 12° mês (OR= 0,2: IC95%= 0,08- 0,6). Semelhantemente, por meio dos Modelos de Regressão de Cox, revelam que o uso de chupeta até o 6° mês e o aleitamento artificial até o 1° mês são os principais fatores de risco para a sobrevivência do aleitamento materno, respectivamente (HR= 1,7: IC95%= 1,1 - 2,9) e (HR= 2,0: IC95%= 1,2 - 3,5). Revela ainda que, a renda familiar menor ou igual a dois salários mínimos é um fator de proteção para o prolongamento do aleitamento materno (HR= 0,54: IC95%= 0,3 0,9). Conclui que a menor renda familiar e a idade materna acentuada, como fatores socioeconômicos e biológicos maternos intrínsecos, interferem positivamente na duração do aleitamento materno. Chama a atenção para a necessidade da adoção de medidas no combate ao uso de chupeta e ao aleitamento artificial precoce a fim de propiciar o prolongamento da prática do aleitamento materno por tempo adequado e possibilitar a promoção integral da saúde da criança desde os seus primeiros anos de vida.por
dcterms.abstractThe aim of this study was to evaluate the association between breastfeeding duration and socioeconomic aspects, living conditions such as sanitation, maternal reproductive history, behavioral habits of the mother as well as mother and child’s biological aspects. Initial sample consisted on 86 children extracted from three Family Health Units from Vitória, Espírito Santo, whose ages ranged from zero to three months Periodical Follow up was carried out through seven home visits, when data on socioeconomic status, feeding practices, maternal reproductive history and mother and child biological characteristics was collected. At these moments, mothers were briefed on the importance of breastfeeding for craniofacial biomechanics during morphogenesis, nutritional transition, mouth hygiene and deleterious effects of nutritious and non-nutritious sucking. From the initial sample, 67 children remained in the study being followed until a medium age of thirty months. Data from questionnaires were processed in two multivariate statistical analysis: a) Logistic Regression had exclusive breastfeeding for three months, breastfeeding for up to six months and breastfeeding for up to twelve months used as dependent variables while other variables that presented a p-value < 0,10 on Chi-square test were used as independent variables. b) Cox Regression had breastfeeding duration as dependent variable and other variables that presented p-value < 0,10 on the survival LogRank test as the independent ones. Logistic regression models showed that pacifier use during the first month of life is a risk factor for the interruption of exclusive breastfeeding for three months (OR = 5,3: IC95% = 1,1 – 27,3), breastfeeding for up to six months (OR = 4,1: IC95% = 1,1 – 15,3) and breastfeeding for up to twelve months (OR = 4,4: IC95% = 1,5 – 12,1). Formula feeding on the first month of life was another predictor of risk for the interruption of breastfeeding up to six months and twelve months (OR = 11,9: IC95% = 3,1 – 45,8) and (OR = 3,4: IC95% = 1,2 – 9,5) respectively. Maternal age equal or superior to 35 years was a protective factor for breastfeeding for up to twelve months (OR = 0,2: IC95% = 0,08 – 0,6). Likewise, Cox regression models presented similar results; the use of pacifier until the sixth month and formula feeding during the first month were the main risk factors for maintenance of breastfeeding (HR = 1,7: IC95% = 1,1 – 2,9) and (HR = 2,0: CI95% = 1,2 – 3,5) respectively. Additionally, family income equal or lower than two 9 minimum wages was a protective factor for the maintenance of breastfeeding (HR = 0,54: IC95% = 0,3 – 0,9). Considering these findings it can be concluded that lower family income and accentuated maternal age, functioning as socioeconomic and maternal intrinsic biological factors, interfere positively on the duration of breastfeeding. Thus, strategies to avoid pacifier use and early introduction of formulas must be implemented to support adequate breastfeeding duration and promotion of children’s health integrally from the first years of life.eng
dcterms.creatorSantos Neto, Edson Theodoro dos-
dcterms.formatText-
dcterms.issued2007-12-20-
dcterms.languageporpor
dcterms.subjectAleitamento maternopor
dcterms.subjectLactaçãopor
dcterms.subjectChupetaspor
dcterms.subjectIdade maternapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletivapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.subject.cnpqSaúde Coletiva-
dc.publisher.courseMestrado em Saúde Coletivapor
dc.contributor.refereeMolina, Maria del Carmen Bisi-
dc.contributor.refereeLamounier, Joel Alves-
dc.contributor.advisor-coOliveira, Adauto Emmerich-
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