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Título: Diversidade genética de Topirus terrestris (Linnaeus 1758) em remanescentes florestais de Mata Atlântica no Estado do Espírito Santo,Brasil
Autor(es): Bossi, Dahiani Nunes
Orientador: Farro, Ana Paula Cazerta
Data do documento: 8-Jun-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: BOSSI, Dahiani Nunes. Diversidade genética de Tapirus terrestris (LINNAEUS 1758) em remanescentes florestais na Mata Atlântica no Estado do Espírito Santo, Brasil. 2018. 44 f. (Mestrado em Biodiversidade Tropical) - Universidade Federal do Espírito Santo, Centro Universitário Norte do Espírito Santo
Resumo: A anta (Tapirus terrestris) é o maior mamífero terrestre brasileiro. É um importante dispersor de sementes a longas distâncias, mas que vem sofrendo com a forte fragmentação de seu habitat, principalmente no Bioma Mata Atlântica. Este trabalho, por meio principalmente de metodologia não invasiva (amostras fecais), buscou acessar a diversidade genética das antas no Complexo Florestal Linhares-Sooretama, ES, bem como, sugerir um número mínimo de indivíduos presentes na área, a partir da identificação individual dos animais. Foram coletadas 66 amostras, sendo 61 fezes e cinco tecidos provindos de campanhas de captura ou atropelamentos na BR-101. A partir de sete marcadores microssatélites, foram identificados 40 indivíduos. Um total de 67 alelos foram detectados, variando de oito (Tter 5) a doze (Tter 3) alelos por locus, e diversidade alélica média de 9,51 alelos/locus. A heterozigosidade observada média (ho) para os sete locus polimórficos analisados foi de 0,538, sendo que Tter 3 apresentou maior ho, 0,867; enquanto o marcador Tter 4 apresentou a menor ho, 0,325; indicando, uma diversidade genética moderada. A média do valor de FIS indica endocruzamento na população de estudo, visto que o valor se apresentou positivo (FIS = 0,324). Quando se avaliou a funcionalidade da BR-101 como barreira (estruturação entre as porções leste e oeste do Complexo Linhares-Sooretama) observou-se um FST de 0,018 (p<0,05), o que evidencia uma baixa estruturação genética entre as duas localidades estudadas. Como a estruturação indicada foi muito baixa e não evidenciada em todos os parâmetros avaliados no programa Structure, considerou-se que existe uma população de antas na região. O fluxo gênico entre essas áreas ainda ocorre, independente da grande mortalidade por atropelamentos na BR
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