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Título: Cartografias da vida : poder, resistência e biopolítica : (Foucault na toca dos ratos)
Autor(es): Mação, Izabel Rizzi
Orientador: Oliveira, Josemar Machado de
Palavras-chave: Resistências
Biopoder
Resistances
Power
cartografia
Data do documento: 4-Ago-2016
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: O termo vida tornou-se banal na linguagem política contemporânea. A vida é reivindicada pela ciência, pelas religiões e até mesmo por aqueles que empreendem guerras globais em sua defesa. Há um fluxo contemporâneo importante de pesquisas e debates voltados para as questões relativas a vida. Propomos averiguar esse fluxo, com enfoque nas pesquisas de Michel Foucault a respeito da biopolítica e do biopoder, ou seja, dos dispositivos que atualmente permeiam e fabricam a vida. Esse fluxo nos levou ao encontro de outras investigações que avançam na compreensão das investidas das relações de poder sobre a vida, bem como dos mecanismos de resistência que se constroem nesse contexto. Procuramos responder à questão como a vida escapa? observando as tensões entre os conceitos de poder e resistência nas pesquisas de Foucault sobre o biopoder. Tratase de uma cartografia da vida que delineia entradas e saídas, potências e limites do debate atual sobre as resistências ao biopoder. Questionamos como se exercem esses poderes que hoje assolam a vida, como eles atuam positivamente como produtores de formas de vida e, enfim, como a própria vida tem escapado de suas estratégias e produzido novas máquinas de luta.
Life has become commonplace in nowadays political language. Life is reclaimed by science, religions, and even by those who are engaged in global wars to defend it. There is an important contemporary flow of researches and debates on life matters. We engaged on investigating this flow by focusing on Michel Foucault’s researches regarding biopower and biopolitics, that is, the devices that currently permeate and make life. This endeavor brought us to other investigations that have advanced the understanding of the power relations investments in life, as well as the resistance mechanisms built on this context. We have tried to answer the question “how does life escape?” by observing the tensions among the power and resistance to the biopower concepts. It is a life cartography which delineates entrances and exits, potencies and limits to the current debate on the resistances to the biopower. We question how these powers that ravage life are exercised, how they positively act as life forms producers and, ultimately, how life itself has escaped its strategies and made new fight machines.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/9263
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