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Título: ACOMPAÑANDO LOS PROCESOS CREATIVOS DE SALUD: ALGUNAS PROBLEMATIZACIONES SOBRE PRÁCTICAS DE CUIDADO. HACIA LA AFIRMACIÓN DE PRÁCTICAS DE RESISTENCIA INVENTIVA EN EL CENTRO DE ATENCIÓN PSICOSOCIAL DE VILA VELHA
Autor(es): TORRES, N. A. M.
Orientador: SILVA, F. H.
Data do documento: 15-Out-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Citação: TORRES, N. A. M., ACOMPAÑANDO LOS PROCESOS CREATIVOS DE SALUD: ALGUNAS PROBLEMATIZACIONES SOBRE PRÁCTICAS DE CUIDADO. HACIA LA AFIRMACIÓN DE PRÁCTICAS DE RESISTENCIA INVENTIVA EN EL CENTRO DE ATENCIÓN PSICOSOCIAL DE VILA VELHA
Resumo: A presente dissertação se propõe acessar o modo como os e as profissionais trabalham num dispositivo alternativo ao manicômio. Trata-se de uma pesquisa-intervenção que se propõe cartografar a rede de práticas de cuidado dentro de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas, no município de Vila Velha, por meio da participação na vida cotidiana, com os trabalhadores e as trabalhadoras do local. Apresenta-se, também, o processo formativo de uma pesquisadora, através da criação de uma personagem chamada viajante, que se dispôs compor com intercessores intelectuais e poetas, tais como como Deleuze, Guattari, Foucault, Lazzarato, Fernando Pessoa, Clarice Lispector, entre outros. Conhecer o processo de democratização no Brasil, que resultou na instalação do SUS e na Reforma Psiquiátrica, permitiu à estrangeira, acessar a um processo de problematização sobre as implicações envolvidas na expressão das políticas de Saúde e SM nas práticas; e perguntar-se sobre as práticas que escapam do modelo de confinamento da vida. Embora, o caráter universalista da política do SUS configure uma atenção de maneira diferente à lógica do mercado; percebe-se que esse, não fica isento da intensificação da lógica neoliberal. Assim, surge a pergunta como as políticas neoliberais são expressas nas práticas acompanhadas na passagem pelo CAPS / AD Vila Velha? No entanto, acreditando na capacidade de ação que as trabalhadoras e os trabalhadores apresentam, surge a questão: como se expressa o poder criativo e a dimensão pública das políticas de saúde, SM e políticas de drogas nessa experiência? Da mesma forma, pode compreende-se que existam intervenções que geram problematização coletiva das práticas de cuidado. Consequentemente, nasce um novo olhar sobre estas, que reconhece a necessidade de produzir novos laços de solidariedade, como forma de microresistência às fragmentações produzidas por uma lógica individual dominante, que interferindo no processo de culpabilização, que opera tanto nas famílias como nos usuários e usuárias de substâncias psicoativas; entendendo que tais processos favorecem o isolamento e retira a saúde de sua dimensão pública por negar a responsabilidade coletiva. Com tudo isto, se faz evidente que é importante coletivizar os processos de sofrimento, trasbordando as fragmentações produzidos pelo especialismo, e afirmando uma construção coletiva que não abole as diferenças. Palavras-chave: práticas de cuidado, CAPS/AD, Reforma Psiquiátrica, Saúde Mental, Saúde Pública.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10870
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