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Título: Composições curriculares na educação infantil : por um aprendizado afetivo
Autor(es): Prates, Maria Riziane Costa
Orientador: Carvalho, Janete Magalhães
Palavras-chave: Práticas curriculares
Aprendizado afetivo
Data do documento: 26-Mar-2012
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: Problematiza as interdiscursividades sobre currículo e infância, com professoras e crianças, em um Centro Municipal de Educação Infantil na cidade de Serra - Espírito Santo. Potencializa a emergência de outras possíveis singularidades nas práticas curriculares, a partir dos movimentos inventivos instaurados nas experimentações educativas: formações continuadas; sala de aula e outros espaços; planos de organização e imanência; nas expansões produzidas como arte do encontro pelo brincar, pela música e vivências na diferença como agenciamentos de afeto, favorecendo um aprendizado inventivo. Tem como principais intercessores teóricos: Gilles Deleuze, Felix Guattari e Michel Foucault nas suas interlocuções com Espinosa. Utiliza uma metodologia cartográfica interdiscursiva, no cotidiano escolar, através de uma perspectiva de análise micropolítica, referente aos movimentos do currículo, no sentido de compreender as práticas curriculares que promovem uma vida mais bonita na educação infantil. Diante disso, o processo se mostrou potente e alegre, a partir das parcerias estabelecidas, do trabalho compartilhado por parte do corpo docente e pela visibilidade de alteridades e infâncias minoritárias. Sendo assim, compor currículos na educação infantil, por aprendizados afetivos, requer ir além do estabelecido. Nos imbricamentos do instituído e instituinte curricular, tornam-se necessárias a qualificação e potencialização do coletivo na escola, valorizando o pensamento inventivo das crianças, seus ritmos pulsantes e latentes.
The text problematizes the interdiscursivities about curriculum and childhood with teachers and children in a municipal Child Educational Center in the city of Serra - Espírito Santo. It maximizes the emergence of other possible singularities in the curricular practices, from the inventive movements instituted in educational experiments: continuing education, classroom and other spaces; organization plans and immanence, in the expansions produced as an art of the encounter by playing, music and life experiences in the difference as affection assemblages, favoring an inventive learning. Its main theoretical intercessors are: Gilles Deleuze, Felix Guattari and Michel Foucault in his dialogues with Espinosa. It uses a interdiscursive, cartographic method, in the school daily life, through a micropolitical perspective of analysis, concerning curriculum movements in order to understand the curriculum practices that promote a more beautiful life in early childhood education. Thus, the process proved to be potent and happy, from the partnerships established, the work shared by the teaching staff and the visibility of otherness and minority childhoods. Therefore, writing curricula in early childhood education for affective learning requires going beyond the established. In the imbrications of the instituted and instituting curriculum, it becomes necessary the qualification and empowerment of the collective in school, valuing the children’s inventive thoughts, their pulsating and latent rhythms.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/2296
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