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dc.date.accessioned2022-05-20T20:33:07Z-
dc.date.available2022-05-20T20:33:07Z-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/12105-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/por
dc.titleA objetividade jornalística por aproximação ou como ritual estratégicopor
dc.typearticlepor
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.9771/contemporanea.v19i2.35543-
dcterms.abstractEste artigo apresenta dois posicionamentos teóricos possíveis frente à questão da objetividade jornalística: a intersubjetividade (MEYER, 1989; SPONHOLZ, 2009) e a objetividade como ritual estratégico (TUCHMAN, 1999). Por meio de revisão crítica de literatura do gênero narrativa, é possível observar que esses são dois caminhos possíveis e bastante distintos para se responder o que está em jogo quando o jornalista reivindica a objetividade para si. No primeiro, é preciso discutir, antes de qualquer coisa, o fundamento ontológico do mundo em que vivemos e qual é a melhor maneira de se conhecer a realidade. Na segunda perspectiva, o jornalista segue uma série de procedimentos, não porque assim acredita que vai acessar a objetividade, mas porque essa metodologia é um modo de defesa contra os riscos da profissão. Como resultados, podemos indicar que, no intersubjetivismo, o compromisso da atividade jornalística é com os acontecimentos, independentemente de interpretação subjetiva. A presença de variados pontos de vista é, na verdade, uma estratégia de aproximação com o que ocorreu. Como não resulta de nenhuma compreensão ontológica da existência, para o ritual estratégico, o que importa quando se trata de objetividade, é o jornalista se resguardar da exposição e deixar que os fatos “falem por si mesmos”, como se isso fosse uma operação possível. É nesse sentido que se evidencia a importância de embasamento ontológico na antiga, e ainda pertinente, discussão sobre objetividade jornalística.por
dcterms.abstractThis article presents two theoretical approaches to the issue of journalistic objectivity: intersubjectivity (MEYER, 1989; SPONHOLZ, 2009) and objectivity as a strategic ritual (TUCHMAN, 1999). By means of a critical literature review, this study shows that these are two possible and quite distinct ways of answering what is at stake when journalists claim objectivity for themselves. The first approach entails a discussion about the ontological foundation of the world we live in and the best way to know reality. In turn, the second involves a series of procedures that journalists follow – not because they believe they will access objectivity, but because this methodology functions as a means of defending the risks of the occupation. The results indicate that, in intersubjectivism, the journalistic activity is committed to events, regardless of subjective interpretation; the presence of different points of view is a strategy to approach the event. As such an approach results from no ontological understanding of existence, the strategic ritual is concerned with the journalist’s withdrawal from the exhibition, thus letting the facts “speak for themselves,” as if this was a possible operation. These findings evince the importance of an ontological basis in the old – and still pertinent – discussion on journalistic objectivity.por
dcterms.alternativeJournalistic objectivity by approximation or as a strategic ritualpor
dcterms.creatorHenriques, Rafael da Silva Paes-
dcterms.formattextpor
dcterms.issued2021-05-
dcterms.languageporpor
dcterms.subjectObjetividade jornalísticapor
dcterms.subjectIntersubjetividadepor
dcterms.subjectRitual estratégicopor
dcterms.subjectJournalistic objectivitypor
dcterms.subjectIntersubjectivitypor
dcterms.subjectStrategic ritualpor
dc.subject.cnpqComunicaçãopor
schema.affiliationUniversidade Federal do Espírito Santopor
foaf.homepagewww.ufes.brpor
bibo.volume19por
bibo.issue2por
dcterms.creator.orcid0000-0002-1812-5886por
dc.identifier.issn-online18099386-
bibo.journalContemporanea : Revista de Comunicação e Culturapor
bibo.pageStart59por
bibo.pageEnd78por
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