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dc.contributor.advisorANDRADE, A. N.
dc.date.accessioned2016-08-29T14:10:37Z-
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T14:10:37Z-
dc.identifier.citationCONSTANTINIDIS, T. C., Familiares de Pessoas Com Sofrimento Psíquico e Profissionais de Saúde Mental: Encontros e Desencontrospor
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/3128-
dc.format.mediumtexten
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santopor
dc.titleFamiliares de Pessoas Com Sofrimento Psíquico e Profissionais de Saúde Mental: Encontros e Desencontrospor
dc.typedoctoralThesisen
dcterms.abstractAs diretrizes assistenciais em saúde mental, no Brasil, prevêem o apoio à família da pessoa com sofrimento psíquico. No entanto, esses familiares referem despreparo em lidar com os encargos cotidianos da convivência com seus entes e desamparo em relação à assistência que recebem dos serviços de saúde mental. Os profissionais de saúde mental, por sua vez, enfrentam dificuldades na inclusão da família nos projetos terapêuticos e na assistência da pessoa com transtorno mental. Diante de tais fragilidades nessa relação, a proposta deste estudo foi conhecer a relação que se estabelece entre esses atores e buscar reflexão sobre fatores que interferem na possibilidade de um bom encontro entre eles. Nesse sentido, foram percorridos temas que se configuram como centrais para o conhecimento das dimensões dessa relação, como o modo de subjetivação desses sujeitos e a ética na filosofia de Espinosa. A perspectiva qualitativa de investigação configurou-se como método para alcançar os objetivos propostos. Foram realizadas entrevistas com profissionais de saúde mental de dois centros de atenção psicossocial do município de Vitória ES e com familiares de usuários destas instituições. Após análise temática do conteúdo dessas entrevistas, foram indicados e discutidos fatores de impasses a serem enfrentados nessa relação, tais como: lógica manicomial presente na relação que cada um desses sujeitos estabelecem com a loucura; dificuldade do profissional na relação com a alteridade do familiar, com prática pautada na polarização do saber, na sua moral e na retificação da dinâmica familiar; disparidade entre oferta e demanda, sem conhecimento das necessidades desses sujeitos. Familiares e profissionais não acreditam em possibilidades desse encontro e distanciam-se com suas potências de ação diminuídas. Apoiando-se na filosofia espinosana,é discutida as causas das inconveniências dessa relação e proposta a ética como possibilidade de aproximação de paixões alegres e potencia de agir dessas pessoas. Palavras-chave: ... Encargos Familiares; Práticas em Saúde; CAPS.por
dcterms.creatorCONSTANTINIDIS, T. C.
dcterms.issued2011-08-12
dcterms.subjectFamiliares e Profissionais de Saúde Mentalpor
dcterms.subjectpor
dcterms.subjectpor
dcterms.subjectpor
dcterms.subjectpor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapor
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.courseDoutorado em Psicologiapor
dc.contributor.refereeMenandro, M.C.S.
dc.contributor.refereeAVELLAR, L. Z.
dc.contributor.refereeNOVO, H. A.
dc.contributor.refereeMORATO, H. T. P.
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