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Título: Mortalidade infantil por causas e principais determinantes no estado do Espírito Santo : uma análise espacial
Autor(es): Alves, Kelly Cristina Gomes
Orientador: Zandonade, Eliana
Coorientador: Castro, Denise Silveira de
Data do documento: 30-Mai-2008
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: O coeficiente de mortalidade infantil (CMI) é utilizado como indicador do nível de desenvolvimento das nações, da qualidade da assistência prestada à saúde materno-infantil e das condições de vida da população, estimando o risco de morrer antes de completar um ano de vida. Trata-se de um estudo ecológico de análise de dados secundários, com enfoque na análise espacial de dados de área, com o objetivo de determinar, entre os anos de 2001 e 2005, o padrão espacial da mortalidade infantil, os principais grupos de causas básicas de óbitos em municípios do Estado do Espírito Santo e suas correlações com indicadores socioeconômicos, demográficos e de atenção à saúde, extraídas das bases de dados do SIM, SINASC e PNUD. Para as análises estatísticas, foram utilizadas as descritivas, correlações de Pearson, análise fatorial e regressão linear múltipla. Para a análise espacial dos dados foram utilizados métodos bayesianos empíricos, análise das dependências espaciais dos coeficientes de mortalidade infantil e de seus componentes neonatal e pós-neonatal, através do cálculo do índice I de Moran. Procedeu-se à caracterização socioeconômica dos municípios a partir dos fatores de desenvolvimento e desigualdade de renda, resultantes da análise fatorial, utilizando em seguida a técnica ANOVA. Foram utilizados os programas Excell (versão 2003), SPSS 15.0 e TerraView 3.2.0 RC3. O Espírito Santo apresenta o coeficiente de mortalidade infantil médio no período de 18,47 óbitos por mil nascidos vivos, com índice de Moran I de 0,35 (p-valor <0,001), sendo as mortes ocorridas por causas perinatais, seguidas de malformações congênitas, doenças do aparelho respiratório, doenças infecciosas e parasitárias e causas externas. As regiões extremo sul e metropolitana apresentam dependência espacial significativa para as maiores e menores taxas do CMI, respectivamente. Considera-se que melhores fatores socioeconômicos contribuem para níveis mais baixos do CMI. Diante disso, urge implementar ações que minimizem as desigualdades socioeconômicas e ampliem o acesso à assistência materno-infantil com qualidade no Espírito Santo.
The infantile mortality coefficient (IMC) is used as an indicator of the nations development level, of the assistance quality offered to the mother-infantile health and of the population’s life conditions, giving the estimative of the death risk before completing one-year old. It is about an ecological study that analysis secondary data, that approaches data space analysis, with the aim of determining, between 2001 and 2005, the space standard of infantile mortality, the main groups of basic causes for the death in cities in the State of Espírito Santo, and also the linkage of this with socio-economics, demographic and attention to health indicators, taken from data bases as SIM, SINASC, PNUD. For the statistical analysis, it was used the descriptions, Pearson’s correlations, factorial analysis and multiple linear regression. For the data space analysis, it was used the Bayesian empiricists methods, analysis of the space dependence of infantile mortality coefficients and of their components neonatal and post-neonatal, through the calculation of the I Moran index. Proceed the cities’ socio-economical characterization starting from the development and income inequality factors, that results the factorial analysis, and then using the technique ANOVA. It was utilized Excel programs (2003 version), SPSS 15.0 and TerraView 3.2.0 RC3. Espírito Santo presents infantile mortality coefficient medium in the period of 18,47 deaths for a thousand children born with life, with I Moran Index of 0,35 (p. value <0,001), considering that deaths are caused by perinatal, followed by congenital malformations, respiratory system illness, infectious and parasitic illness and external causes. The extreme South and metropolitan regions present significant space dependence for the higher and lower IMC rates, respectively. It considers that better socioeconomic factors contribute to lower IMC levels. With this, it’s urgent the implementation of actions that will minimize the socioeconomic inequality and that will extend the access to mother-infant assistance with quality in Espírito Santo.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/5409
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