Ser criança com câncer na brinquedoteca hospitalar : um estudo em Merleau-Ponty

dc.contributor.advisor1Pinel, Hiran
dc.contributor.authorFurley, Ana Karyne Loureiro Gonçalves Willcox
dc.contributor.referee1Trugilho, Silva Moreira
dc.contributor.referee2Gomes, Vitor
dc.contributor.referee3Jesus, Denise Meyrelles de
dc.date.accessioned2019-05-30T02:07:57Z
dc.date.available2019-05-29
dc.date.available2019-05-30T02:07:57Z
dc.date.issued2019-04-15
dc.description.abstractThis qualitative study through a phenomenological-existential perspective entails the theme Special Education in its wide and strict sense, as well as the hospital playroom. Those who collaborate with this research were children and/or teenagers with cancer housed by the ACACCI facility, which treats patients within this pathologic board. The objectives lead towards comprehending what it means to be a child with cancer, thus far being a person with special education needs inside the walls of a hospital playroom, as well as depict how “corporeality, experience and perception unveil in these individuals when they are put before the toy and the playing role. To this end, we set the theoretical grounds by taking as milestone, Merleau Ponty (1984, 1999, and 2006), and how this discourse production caused stances to unfold in the researcher. As research tool, we deploy the field journal through which we put down comprehensive descriptions, posted drawings, photographs, dialogs etc. The registered records concerning adult people remained under the condition of strict relation to the research objective. The whole process longed eighteen (18) meetings inside the hospital playroom of the institution portrayed. By analyzing the concepts of “corporeality, experience and perception” (MERLEAU-PONTY, 1999), experienced as intertwined movements, the child was “inserted” in the world, and the toy and the playing role, all within the walls of a hospital playroom and ended up meaning the existential being of communication. The silence that also arose might have been the absence of speaking, but unveiled through the gestures – those are among the several forms of language to the child being and or teenager. Therefore, we felt the child as a whole: the body, through noticing the objects (toys) given to them and their positioning before it, marking off the “playing phenomenology”. The experience, the perception of themselves and the others – in the world. Regarding the study implications, we sought to demonstrate possible ways for the educationalists in general, volunteers, etc. Those are the professionals in charge of these space-times where the child is unleashed to his own existence, before life finitude, whether in a hospital environment, home, school or community.eng
dc.description.resumoEste estudo qualitativo, do tipo fenomenológico-existencial, envolve a temática da Educação Especial, no seu sentido amplo e específico e das brinquedotecas hospitalares. As pessoas que colaboram com nossa pesquisa foram crianças e ou adolescentes com câncer, acolhidas pela instituição ACACCI, que atende pacientes dessa esfera. Os objetivos visam compreender o que é ser uma criança com câncer, enquanto sujeito com necessidades educacionais especiais inseridas em uma brinquedoteca hospitalar, bem como de mostrar o como se revela a corporeidade, a experiência e a percepção desses sujeitos diante do brinquedo e do brincar. Para tal propósito, recorremos fundamentalmente ao marco teórico Merleau-Ponty (1984, 1999, 2006) e os modos como essa produção discursiva produziu atitudes na pesquisadora. Como instrumentos de pesquisa, utilizamos de base uma ferramenta denominada de Diário de Campo e foi nele que escrevemos descrições compreensivas, postamos desenhos, fotografias, diálogos etc. Falas de adulto são postados, desde que relacionadas ao nosso objetivo de pesquisa. Todo processo durou dezoito (18) encontros na brinquedoteca hospitalar da instituição. Analisando os conceitos de "corporeidade, a experiência e a percepção" (MERLEAU-PONTY, 1999), que foram vividos como movimentos indissociados, a criança foi então inserida no mundo e o brinquedo e a brincadeira, tudo em uma brinquedoteca hospitalar, que acabaram significando o ser existencial de comunicação. Ocorreu também um silêncio que pode ter sido a ausência da fala, mas desvelada na fala gestual - são as diversas formas de linguagem do ser criança e ou adolescente. Assim, sentimos a criança na totalidade: o corpo, ao perceber objetos (brinquedos) diante de si e de se posicionar frente a eles, pontuando uma "fenomenologia do brincar", através da experiência, da percepção e de inclusão de si e do outro - no mundo. Quanto às implicações do estudo, também buscamos demonstrar os caminhos possíveis aos pedagogos em geral, voluntários etc., profissionais responsáveis por esses espaços-tempos nos quais a criança é lançada à própria existência, diante da finitude da vida, quer seja no ambiente hospitalar, no domiciliar, escolar, comunitário etc.
dc.formatText
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/11198
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Educação
dc.publisher.departmentCentro de Educação
dc.publisher.initialsUFESpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação
dc.rightsopen access
dc.subjectSpecial Educationeng
dc.subjectHospital playroomeng
dc.subjectChild cancereng
dc.subjectMerleau-Pontypor
dc.subjectMerleau Pontypor
dc.subjectEducação Especialpor
dc.subjectBrinquedoteca Hospitalarpor
dc.subjectCâncer infantilpor
dc.subject.br-rjbnCrianças - Recreação
dc.subject.br-rjbnEducação inclusiva
dc.subject.br-rjbnCrianças - Assistência hospitalar - Educação
dc.subject.br-rjbnPacientes hospitalizados - Psicologia
dc.subject.br-rjbnHospitais - Educação
dc.subject.cnpqEducação
dc.subject.udc37
dc.titleSer criança com câncer na brinquedoteca hospitalar : um estudo em Merleau-Ponty
dc.typemasterThesis
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