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Título: As fronteiras de giz entre narrativa, real, e ficção na arte do agora
Autor(es): Salvador, Francimara
Orientador: Gonzaga, Ricardo Mauricio
Data do documento: 26-Set-2018
Editor: Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo: Essa dissertação começou com o questionamento sobre o propalado fim da narrativa, e, ao mesmo tempo, do arrefecimento (ou sequer existência) da força transformadora da arte. O escrito que aqui se apresenta se inicia inquirindo sobre o olhar para trabalhos de arte, que concebem por vezes narrativas inteiras, ou trechos. Ou mesmo sobre a impressão fugidia, ao pensar sobre uma obra, de que nos afigura como uma narrativa. Além disso, esse tergiversar, resultado da pesquisa acadêmica, reflete, sobre a tendência na recente produção artística visual de questionamento das bordas entre realidade e ficção. O recorte dos artistas é inspirado somente no afeto particular da autora dessa escrita. Conclui-se, com a proposição de que há inúmeras formas do embate entre arte e real, e com adesão às ideias de Jacques Ranciére e Chantal Mouffe, de que a arte tem potencial transformador, e de subversão da hegemonia, e que essa narrativa da arte do agora se torna política à medida que se propõe ser resistência, como o Baudelaire, retratado por Walter Benjamin, resistente em pleno advento do capitalismo e modernidade.
Esta disertación comenzó con el cuestionamiento del propagado fin de la narrativa, y al mismo tiempo, del enfriamiento (o siquiera la existencia) de la fuerza transformadora del arte. El escrito que aquí se presenta comienza interrogando la perspectiva sobre los trabajos de arte, que en ocasiones conciben narraciones enteras, o trechos, o incluso una impresión evasiva, al pensar sobre una obra, sobre qué nos parece narrativa. Además, ese tergiversar los resultados de la investigación académica se refleja en la tendencia de la reciente producción artística visual de cuestionamiento de bordes entre realidad y ficción. El corpus de artistas es inspirado solamente en el afecto particular autora de ese escrito. Se concluye, con la proposición de que hay innumerables formas del embate entre arte y real, y con adhesión a las ideas de Jacques Ranciére y Chantal Mouffe, de que el arte tiene potencial transformador, y de subversión de la hegemonía, y que esa narrativa de la el arte del ahora se torna política em la medida que se propone ser resistencia, como el Baudelaire, retratado por Walter Benjamin, resistente en pleno advenimiento del capitalismo y modernidad.
URI: http://repositorio.ufes.br/handle/10/10616
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